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20 abril 2011

CURSO ARQUITECTURASdeTERRA_MAIO 2011


CURSO Arquitecturas de Terra * últimas inscrições!!!
23 horas / 02, 04, 06, 07, 10, 12 e 14 de Maio / Dias úteis, das 19h00 às 22h00, e Sábados, das 10h00 às 14h00 / 200 €

Todos os valores isentos de IVA, ao abrigo do n.º 14 do artigo 9.º do CIVA.


* Esta actividade formativa foi validada pela Ordem dos Arquitectos e permite a obtenção de créditos para efeitos da formação obrigatória em temáticas opcionais, complementar ao estágio profissional.


Para + informações e inscrições por favor contactem:


ARQCOOP - Cooperativa para a Inserção Profissional em Arquitectura, CRL Rua João Nascimento Costa, Lote 7 1900-269 Lisboa


Telf: 210107840


Fax: 210107841


arqcoop@gmail.com


http://www.arqcoop.com/

Colóquio internacio​nal em Marselha, França: 4-6 Maio 2011


No âmbito do projecto de investigação europeu Terra (In)cognita - Arquitectura de Terra na Europa (http://culture-terra-incognita.org/), co-organizado pela Escola Superior Gallaecia, segue informação sobre o colóquio internacional que se realizará em Marselha, França, dos dias 4 a 6 de Maio 2011. Informação disponível em Francês e Inglês.
No dia 6 de Maio de 2011, inicia-se a rede Europeia de arquitectura de terra, que contará com a presença de representantes, de pelo menos 15 países Europeus.
A organização convida todos os interessados a participar.




Para mais informações sobre este colóquio internacional, consultem o website do TERRA (IN)COGNITA


THE SYMPOSIUM :


It is organised by the Ecole d'Avignon (France), in partnership with the Escola Superior Gallaecia (Portugal), the University of Valencia (Spain), the University of Florence (Italy) and the Adviser in Architecture, Urban planning and environment (CAUE) of Vaucluse (France), in the framework of the European project Terra Incognita. Earthen architecture in Europe (Culture Programme 2007-2013), and by ICOMOS France, in the framework of its international technical conferences.


It receives the assistance of the Research Laboratory of Historical Monuments (LRMH) and the collaboration of the Confederation of artisans and small companies in the building trade (CAPEB).


The steering committee of this symposium was created within the workgroup "Trades people/Earth construction" of Icomos France.


The first day (May 4th) will be dedicated to the results of the Terra Incognita project: European cartography of the earthen architecture and identified European professionals involved in the field. It will be the occasion for these persons to testify of their reflection, their researches and their realizations in the field of earthen construction and earthen heritage preservation. Twelve countries of the European Union will be represented in a homogeneous way. They cover the Scandinavian territories, Central and Eastern Europe, Western Europe and the Mediterranean area.


The second day (May 5th) will be dedicated to the preservation of the earthen architectural heritage in France: techniques, innovative technologies, fields of research, know-how and professionals involved in the field. It will also show international initiatives which feed debates and reflections on the practices and the national approaches. It will be introduced by John Hurd, President of the International Scientific Committee "Earthen Architectural Heritage" of ICOMOS. It will gather nearly 20 French professionals concerned by the preservation of the earthen architectural heritage: from the researcher to the practitioner.


The third day (May 6th) will be dedicated to the launch of an European network of professionals and institutions involved in the earthen construction field; define the status, the objectives, the means, the missions (on registration, within the limits of the available places).


AROUND THE SYMPOSIUM:



.Wednesday, May 4th, late pm (6.00 – 7.30) : inaugural evening chaired by John Hurd, ISCEAH/ICOMOS


.Presentation and delivery of the Label 2011 "Outstanding earthen architecture in Europe".


.Presentation of the final publication of the project Terra Incognita.


.Presentation of the didactic exhibition « TERRA EUROPA. Earthen architecture in the European Union ».


.Presentation of the photographic exhibition « Terre en vues. Le regard d'un photographe sur l'architecture de terre » (Pierre Buch, photographer).


.Reception/Cocktail.



REGISTRATION CONDITIONS:


Registration fees are supported by the organizers.


The contribution to costs of meal (60 € VAT included) is compulsory and will validate your registration to the symposium.


Deadline for registration: 22 April 2011



Programme of the symposium


Registration form


List of accommodations near the Hotel of Region


Access to the Hotel of the Region


We suggest you acquiring the publications which will be presented within the framework of the symposium by downloading the order form here

18 abril 2011

ArquitecturasdeTerra@Workshop Internacional de Projecto de Arquitectura de Terra_VN Cerveira

O ArquitecturasdeTerra teve o prazer de participar, em parceria com o arquitecto Eduardo Carvalho do "plano b arquitectura", e a convite da Universidade Gallaecia, de Vila Nova de Cerveira, no primeiro Workshop Internacional de Projecto de Arquitectura de Terra, que decorreu entre 4 e 11 de Abril de 2011. O workshop foi organizado entre a Escola Superior Gallaecia (http://www.esg.pt/) e a Universidade de Florença (http://www.unifi.it/), de Itália e participaram nesta iniciativa pioneira quarenta estudantes e cerca de dez docentes de ambas as instituições universitárias, resultando para todos numa excelente experiência de intercâmbio cultural, de projecto e partilha de diferentes perspectivas arquitectónicas, sempre com a terra como material principal. O programa foi dividido numa primeira fase em visitas a obras contemporâneas em terra no Alentejo, dos arquitectos Alexandre Bastos, Henrique Schreck e Bartolomeu Costa Cabral, entre outras.

Na segunda parte do programa, já em Vila Nova de Cerveira, os alunos tiveram oportunidade de desenvolver em diferentes grupos um exercício de projecto para um abrigo/espaço de apoio no Parque Florestal de Covas, Concelho de Vila Nova de Cerveira. Durante o projecto realizou-se um workshop prático de introdução às técnicas construtivas em terra (ensaios com diferentes terras, protótipos de taipa e cob), onde os alunos puderam experimentar e colocar questões sobre os exemplos apresentados e ver os resultados.

Aqui ficam para os curiosos algumas fotos tiradas durante o workshop.


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Il ArquitecturasdeTerra avuto il piacere di partecipare, in collaborazione con l'architetto Eduardo Carvalho "plano b arquitectura", e l'invito del Gallaecia University, Vila Nova de Cerveira, il primo Workshop Internazionale di Project su Architettura di terra che si è svolto tra il 4 e 11 aprile 2011. Il workshop è stato organizzato tra le Gallaecia School (http://www.esg.pt/) e l'Università di Firenze (http://www.unifi.it/) d'Italia e ha partecipato a questa iniziativa pionieristica, circa quaranta studenti e gli Dieci docenti di entrambe le università, con conseguente un'ottima esperienza per tutti di scambio culturale, la condivisione del design e dell'architettura da prospettive diverse, sempre con la terra come materiale principale.

Il programma è stato suddiviso in una prima fase di visite a opere contemporanee a terra in Alentejo, architetti Alexandre Bastos, Henrique Schreck e Bartolomeu Costa Cabral, tra gli altri.

Nella seconda parte del programma già a Vila Nova de Cerveira, gli studenti hanno avuto l'opportunità di sviluppare in diversi gruppi con un piano di esercizio per uno spazio di accoglienza / sostegno a Forest Park Covas, Comune di Vila Nova de Cerveira. Nel corso del progetto ha tenuto un workshop pratico introduzione alle tecniche di costruzione con tersu un terreno (testi con diversi terras , i prototipi di terra battuta e COB), dove gli studenti potevano provare e porre domande sugli esempi presentati e vedere i risultati.

Per i curiosi ecco alcune foto scattate durante il workshop.


No final todas as propostas e ideias foram expostas e apresentadas. Após o sucesso desta primeira edição, queremos agradecer à Universidade Gallaecia e em especial à Arquitecta Mariana Correia, pelo acolhimento e simpatia com que nos receberam, numa iniciativa que sem dúvida merece ser repetida!


E já agora se passearem pelo Minho dêem um salto até Cerveira, bem merece uma visita!


04 abril 2011

Workshop Internacio​nal de Projecto de Arquitectu​ra de Terra


A Escola Superior Gallaecia e a Universidade de Florença organizam

Workshop Internacional de Projecto de Arquitectura de Terra


Local: Escola Superior Gallaecia - Vila Nova de Cerveira


Data: 4 a 11 de Abril de 2011


A Escola Superior Gallaecia (www.esg.pt) de Vila Nova de Cerveira (Portugal), e a Universidade de Florença (www.unifi.it) (Itália) encontram-se a organizar um Workshop de Projecto de Arquitectura de Terra. A iniciativa conta com a participação de quarenta estudantes e dez docentes de ambas as instituições universitárias, assim como, com a parceria de arquitectos do "plano b arquitectura" e do blog: Arquitecturasdeterra.



O Workshop decorrerá dos dias 4 a 11 de Abril 2011. Dois dias serão dedicados a visitar obras contemporâneas em terra no Alentejo. Obras dos arquitetos Alexandre Bastos, Henrique Schreck, Bartolomeu Costa Cabral e João Correia, que também acompanharão as visitas.



A segunda parte do workshop irá realizar-se em Vila Nova de Cerveira, durante 4 dias (8 a 11 de Abril). Consistirá no desenvolvimento de um exercício de projeto solicitado pela Junta de Freguesia de Covas, Concelho de Vila Nova de Cerveira. O projeto irá responder ao pedido expresso à Escola Superior Gallaecia, para a realização de projeto para um abrigo no Parque Florestal de Covas. Durante um dia irá realizar-se igualmente, um workshop prático de introdução às técnicas construtivas em terra.



Esta iniciativa insere-se na orientação pedagógica da ESGallaecia, com o objectivo de divulgar soluções de arquitectura sustentável, estimulando a utilização e preservação de técnicas construtivas tradicionais de grande interesse cultural e relevante potencialidade construtiva. Os diversos pedidos de estudantes de outras instituições para participarem no evento, tem demonstrado o interesse e a importância deste tipo de iniciativas. A ampla lista de espera e a motivação de docentes e organizadores revela que deveriam ser promovidas mais propostas pedagógicas que reúnam a teoria à prática.

Parceria ArquitecturasdeTerra | TerraFirme


O Arquitecturas da terra associa-se à empresa TerraFirme numa relação de parceria que se prevê profícua, no que respeita a acções comuns que envolvem a realização de formações, workshops e outras ofertas ligadas à promoção do património cultural e construído.


'O Passado Como Futuro Sustentável'


A TerraFirme é um projecto de Educação e Gestão Patrimonial, sólido e versátil, idealizado e concretizado por técnicos superiores do património, com formação em Arqueologia e com larga experiência de liderança e de monotorização de campos de trabalho.


"É nosso objectivo incutir no seio da sociedade a importante missão de preservar e proteger o seu Património, a sua Identidade, através do conhecimento e da democratização do mesmo."


Com este objectivo, a TerraFirme subdivide-se em duas áreas de actuação:


1. TerraFirme Educação Patrimonial (Actividades Lúdico-pedagógicas, Formação e Turismo Cultural);


2. TerraFirme Gestão Patrimonial (Gestão de projectos e Trabalhos Arqueológicos).


Aqui ficam os contactos da nossa parceira:


http://www.terrafirme.com.pt/


Email: terra_firme@iol.pt


Tlm/Tlf: +351 968 965 821 / +351 965 578 214 / +351 214 035 133


Morada: Praceta Rosa Ramalho, Lote 34 2º esquerdo 2635-528 Varge Mondar Rio de Mouro


Facebook: terra.firme.patrimonio


Skype: terrafirmeskype

29 março 2011

CURSO ARQUITECTURASdeTERRA_MAIO 2011


CURSO ARQUITECTURASdeTERRA *

O ArquitecturasdeTerra vai promover em parceria com a ARQCOOP um novo curso teórico-prático de Construção com Terra a ter lugar em Lisboa a 02, 04, 06, 07, 10,12 e 14 Maio!

Para todos os interessados aqui ficam os dados de informação relativos ao curso, aqui em formato PDF e aqui a respectiva ficha de inscrição;

DESTINATÁRIOS: Estudantes, recém-licenciados e profissionais das áreas de Arquitectura, Engenharia Civil, Património, Arqueologia, Investigação e Tecnologias de Materiais, e todos os interessados pela temática da construção com terra crua que desejem adquirir formação específica, ampliando e aprofundando os seus conhecimentos nesta área.

OBJECTIVOS: Domínio dos conceitos teóricos e ferramentas práticas associadas à construção com terra crua, dotando os formandos dos conhecimentos necessários à implementação em projecto e obra das diversas tecnologias tradicionais e modernas de construção com terra.

PROGRAMA: - Introdução, especificidade, diversidade e universalidade da construção com terra. - Sustentabilidade, práticas construtivas e gestão de recursos. - Técnicas construtivas com terra crua. - Recuperação do património construído em terra, conservação e manutenção. - Identificação, análise e ensaios de solos para construção. - Construção de modelo protótipo em Taipa.

FORMADORES: Arq.ª Eva da Silva Quaresma Arq.º Pedro Alves de Abreu

CARGA HORÁRIA E CALENDARIZAÇÃO: 23 horas; 2.ª, 4.ª, 6.ª, 3.ª e 5.ª, das 19h00 às 22h00, e Sábados, das 10h00 às 14h00.

INSCRIÇÃO: 200 € (Isento de IVA, ao abrigo do n.º 14 do artigo 9.º do CIVA.)

Para + informações e inscrições por favor contactem:

ARQCOOP - Cooperativa para a Inserção Profissional em Arquitectura, CRL Rua João Nascimento Costa, Lote 7 1900-269 Lisboa

Telf: 210107840

Fax: 210107841



* Esta actividade formativa foi validada pela Ordem dos Arquitectos e permite a obtenção de créditos para efeitos da formação obrigatória em temáticas opcionais, complementar ao estágio profissional.

Oficina Teórico-Prática - a terra, a arquitectura e a construção sustentável Santiago do Cacém|Portugal 2-6 Maio 2011



A Associação Centro da Terra está a organizar para a primeira semana de Maio (2 a 6) um curso teórico-prático intensivo de 5 dias sob o tema A Terra, a Arquitectura e a Construção Sustentável, a realizar na sede do CdT, na Cova do Gato, Abela, concelho de Santiago do Cacém.

Durante o curso/oficina serão abordadas as técnicas construtivas do tabique, terra-palha e cob, para além das já habituais taipa e adobe.

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 15 de Abril, através do contacto mariamilano@esad.pt.


Seguem em anexo o programa e o flyer de apresentação do evento.


25 fevereiro 2011

Ciclo de Conferências LA TIERRA CRUDA: un Material de Construcción Actual_Sevilha_Março 2011



Conferencias LA TIERRA CRUDA: un material de construcción actual

Programa:
Miércoles 16.
9-10. Fuentes documentales para su difusión e investigación. Mercedes Ponce.
10-11.30. Adobes y entramados: caracterización y aplicación. Ana González.
12-13.30. Tapia: caracterización y aplicación. Jacinto Canivell.
13.30. Mesa redonda

Miércoles 23.
9-11. El revoco: caracterización y aplicación. Laurent Conquemont.
11.30-13.30. La construcción actual con tierra cruda. El caso portugués y español. Francisco Seixas.
13.30. Mesa redonda

Salón de actos de la Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Sevilla.
Av. de Reina Mercedes. Sevilla.

Conferência e Lançamento de Livro_ISMAT Portimão_16 Março 2011



Conferência: Arquitectura de terra: passado e futuro.
Arquitecta Maria Fernandes

Lançamento do Livro: O Adobe na Arquitectura do Barlavento Algarvio - estudo para a sua recuperação como material de construção
Isa Landeiro Sequeira

21 fevereiro 2011

Workshop: COBERTURAS MEDITERRÂNICAS VERDES E PRODUTIVAS_24Fev.2011_Lisboa


WORKSHOP: COBERTURAS MEDITERRÂNICAS VERDES E PRODUTIVAS (Prosperidade Renovável)
24 de Fevereiro 2011, entre as 14:00 - 18:00 Horas
Entrada Gratuita - Inscrição Obrigatória em
www.construcaosustentavel.pt - Tel: 918 613 023

Auditório da Ordem dos Engenheiros
Av. António Augusto de Aguiar Nº 3D
1069-030 - Lisboa

As coberturas mediterrânicas, verdes e productivas promovem o bem estar e a qualidade de vida das populações e contribuem decisivamente para o aumento da resiliência das cidades. Por esta razão é essencial não apenas o conhecimento das soluções existentes que melhor se adaptam ao nosso clima, como ainda o desenvolvimento das competências essenciais para a boa implementação daquelas soluções.

O enfoque deste Workshop está na demonstração das oportunidades de intervenção na “quinta fachada” do edificado, conducentes à melhoria do desempenho energético dos edifícios, à redução do “efeito ilha de calor”, à boa gestão das águas pluviais, à melhoria da qualidade do ar, ao aumento da biodiversidade e à segurança alimentar das populações urbanas.

O Workshop é dirigido a todos os decisores que influenciam a qualidade de construção do meio edificado.

14:00 Recepção dos Participantes
14:30 Sessão de Abertura: Alexandre Fernandes (ADENE) - Livia Tirone (ICS)
14:50 Coberturas Verdes - Benefícios e Oportunidades de Intervenção na Cidade: Helena Farrall (Faculdade de Ciências e Tecnologia / UNL)
15:10 A Quinta Fachada dos Edifícios são a Fachada Principal da Cidade - Livia Tirone (ICS)
15:30 Tendências e Boas Práticas para as Coberturas Verdes - Green Roof Policy - An International Review of Good Practices and Future Trends: Artur Pereira (International Green Roof Association (Espanha) (Apresentação em Espanhol)
15:50 Sistema Integrado para Coberturas Verdes no Clima Mediterrânico: João Venceslau (INTEMPER)
16:10 Inovação em Materiais Incorporados em Substractos - Leves e com Elevada Capacidade de Armazenamento de Água: (Fabio Invernizzi VYDRO) (Apresentação em Inglês)
16:30 Integração da Produção Descentralizada de Electricidade Proveniente de Fontes Renováveis em Coberturas Verdes: Joaquim Pescada (SONNENKRAFT)
16:50 Diálogo Moderado: Helena Farrall (Faculdade de Ciências e Tecnologia / UNL)
17:30 Sessão de Encerramento: Alexandre Fernandes (ADENE) - Livia Tirone (ICS)

NOTA: Não haverá tradução simultânea para as apresentações em Espanhol e em Inglês.

Yemen Conference in Earthen Architecture | 28 Feb. to 4 March 2011




Attached you can find information and programme regarding the conference

to be held in the East of Yemen, organised by the Foundation Daw'an Mud Brick Architecture.

The event will take place between the 28th of February and the 4th of March 2011.

It will be attended by experts from 20 different countries.

More information available at: www.dawanarchitecturefoundation.org

Earth_Architecture_Conf2812011.pdf

Yemen_PROGRAMME_SESSIONS_20Feb2011.pdf

17 fevereiro 2011

Artigo Revista Única_Expresso_Terra Firme_12Fev2011


Foi-nos ontem enviada um interessante artigo recentemente publicado na revista Única do jornal Expresso sobre construção com terra, para o qual tivemos oportunidade de contribuir e que agora divulgamos no ArquitecturasdeTerra.

Para lerem o artigo podem clicar aqui ou sobre a imagem.

Programa Biosfera nº 303_Arquitectura Verde


"Passamos noventa por cento da nossa vida em espaços fechados e são poucos os edifícios saudáveis.

Ter uma habitação arejada, adaptada ao clima e com reduzidas necessidades energéticas depende de uma panóplia de decisões tomadas nos gabinetes de arquitetura. Conheça alternativas ao tijolo e ao betão. No Biosfera desta semana, descubra as vantagens de construir em terra, pedra e madeira. "

Este episódio do Biosfera passou há uns dias na rtp2 e falou bastante e bem sobre construção com terra e por isso divulgamo-lo agora no ArquitecturasdeTerra.

Para verem o programa cliquem aqui ou então na imagem.

Dutch Studygroup Earth construction_Holanda


Dutch Studygroup Earth construction


It’s already 20 years ago that the first little modern house in the south of Holland was built in clay with some enthusiastic volunteers. This marks the beginning of several projects, workshops and publications about earth and earth construction in the Netherlands. Meanwhile there are several professional architects, builders and manufacturers specialised in earth construction. The Dutch Association for Integral Biological Architecture (VIBA) recently started the Dutch Workgroup on Earth Construction.


It has the aim to centralise and share the knowledge present nowadays, to organise excursions/workshops/seminars, to research and make publications, start a database, participate on an international level etc.


For more information contact Sjap Holst eco-design@arTchitecture.nl or Charles Thuijls info@leemwerk.nl.


The first coming big event of the DWEC is the Dutch National Conference on Building with Earth. Planned on the 17th of March 2011 in Tilburg, in the southwest of the Netherlands.


Gernot Minke will start the conference with a presentation about research and the qualities of clay. We’ll have several masterclasses about durability of clay, designing wit clay, large-scale clay construction, and the possibilities of mechanization.

On the site there will be several practical workshops during the day.

For more information see www.sbr.nl/leembouwcongres.

03 fevereiro 2011

Rammed Earth in Panyaden School_Tailand


How Rammed Earth Buildings Can Save Energy

By Markus Roselieb

Rammed earth is ideal for hot and dry climates because of its great capacity to store heat. Therefore it is perfect for Chiang Mai during the dry season where we have hot days and cool nights. The heat gets absorbed by the rammed earth walls during the day and is released into the surroundings during the night. In this way, it balances out the temperature of the surrounding area.

In the case of a high moisture content in the environment, rammed earth is very suitable as it has good moisture absorption. The humidity content of the earth when it is dried out is very low. The earth can absorb up to 30 times more water than concrete which means that in the long and heavy rainy season, the rammed earth walls will absorb the moisture of the environment, and balance out the moisture content, providing a mold- and fungus-free space.

Comparing Thermal Performance

The table below compares the thermal performance of classrooms built with two different types of walls.

Source: Earth Architecture in Western China
Red curve = indoor temperature in a rammed earth classroom (like those in Panyaden)
Yellow curve = indoor temperature in a conventional brick and concrete-based classroom
Blue curve = outdoor temperature
It is obvious from the study above that the indoor temperature of the earth classroom is always stable. In summer, it swings only between 21oC and 24oC. In winter, without any energy consumption for heating, it can reach an acceptable indoor comfort.
If you touch earth, concrete, steel and asphalt that are exposed to the sun, you will find that the different materials have different temperatures. The metal will be by far the hottest, followed by asphalt, then concrete (both are still so hot that you cannot walk barefoot on them for more than a few minutes). The earth will, however, be cool.
A concrete building is like an oven in which an air-conditioned interior space is inevitable. On the other hand, rammed earth has an excellent thermal mass because of its high density, and the high specific heat capacity of the soils used in its construction. It can store the heat during the day and release it slowly into the surroundings during the night. This energy-saving feature is one reason why we built our classrooms with this technique.

Fonte: http://www.panyaden.org/blog/conserving-energy/

24 janeiro 2011

Lançamento do Livro ENERGIA SOLAR PASSIVA


Lançamento do livro ENERGIA SOLAR PASSIVA e Palestra sobre o tema

Autoria de Francisco Moita


Terá lugar na Biblioteca do Laboratório Nacional e Engenharia Civil , em Lisboa, na próxima 5ª feira, 27 de Janeiro, pelas 15h00, a Apresentação Pública do Livro ENERGIA SOLAR PASSIVA pela Editora ARGUMENTUM, o Autor e o Grupo HABITAR.

Esta apresentação estará integrada numa palestra sobre o tema promovida pelo Grupo Habitar.


ENERGIA SOLAR PASSIVA é um livro da autoria do Arquitecto Francisco Moita que conta com o Patrocínio da Direcção-Geral de Energia e Geologia.


A edição expõe as potencialidades da utilização da energia solar nos edifícios, no caminho para uma arquitectura sustentável, através da explicação das regras de construção e processos térmicos, apresentadas de forma compreensível para um público vasto e diversificado sendo acessível a leitores sem conhecimentos profundos.


Esta obra, agora numa 2ª edição revista e actualizada, vem preencher a lacuna deixada pela sua 1ª edição (ed. INCM, 1987), esgotada logo após o seu lançamento em 1987 e sempre procurada.


No livro ENERGIA SOLAR PASSIVA descrevem-se, numa primeira parte, as várias matérias

teóricas, com relevo para a geometria da incidência solar, o conforto ambiental e o desempenho passivo dos principais elementos construtivos da envolvente dos edifícios. Na segunda parte desenvolve-se a aplicação destes conhecimentos a um método de cálculo simplificado que permite determinar o desempenho térmico passivo dos edifícios. Inclui ainda, em anexo, diagramas solares e valores micro climáticos muito úteis para o entendimento do aproveitamento solar e para a aplicação do método.

ENERGIA SOLAR PASSIVA tem a autoria do arquitecto Francisco Moita, especialista em

arquitectura bioclimática, estudioso e divulgador da Arquitectura Solar Passiva e da Eficiência Energética, e é editado pela ARGUMENTUM, conhecida editora dedicada aos temas de arquitectura, urbanismo e património.

“Um livro técnico e pedagógico de fácil entendimento, indispensável para a formação profissional de técnicos e estudantes.”

21 janeiro 2011

Colóquio "Construire en terre : du patrimoine historique à l’architecture contemporaine"_Marselha

Colloque de Marseille
4&5 mai 2011


Colloque "Construire en terre : du patrimoine historique à l’architecture contemporaine".
Organisé conjointement par l’Ecole d'Avignon, dans le cadre du projet Terra [In]cognita, et par ICOMOS France, dans le cadre de ses journées techniques, ce colloque aura lieu à Marseille, les 4 et 5 mai 2011, au Conseil régional de Provence-Alpes-Côtes-d’Azur.
La première journée sera consacrée aux résultats du projet Terra [In]cognita : cartographie européenne des architectures en terre et leur état de conservation, acteurs européens identifiés.
Elle donnera par ailleurs la parole à ces acteurs pour qu’ils témoignent de leur réflexion, de leurs recherches et de leurs réalisations dans le domaine de la construction terre et de la conservation du patrimoine en terre, le but étant de les faire se rencontrer et échanger en vue de la création d’un réseau européen des acteurs de la construction terre.
La deuxième journée sera consacrée à la conservation du patrimoine architectural de terre en France, à ses techniques, ses technologies innovantes, ses champs de recherche, ses savoir-faire mis en œuvre et ses acteurs.
Elle pourra toutefois se faire l’écho d’initiatives internationales qui alimenteront débats et réflexions sur les pratiques et approches nationales.
Les informations relatives à ce colloque seront disponibles en février 2010

20 janeiro 2011

2º Curso ArquitecturasdeTerra_Janeiro 2010



2º CURSO ARQUITECTURASdeTERRA *
O
ArquitecturasdeTerra vai promover em parceria com a ARQCOOP e o apoio da associação CentrodaTerra um segundo curso teórico-prático de Construção com Terra a ter lugar em Lisboa a 31 de Janeiro + 02, 04, 05, 08, 10 e 12 de Fevereiro!
Para todos os interessados aqui ficam os dados de informação relativos ao curso, aqui em formato PDF e aqui a respectiva ficha de inscrição:
DESTINATÁRIOS:
Estudantes, recém-licenciados e profissionais das áreas de Arquitectura, Engenharia Civil, Património, Arqueologia, Investigação e Tecnologias de Materiais, e todos os interessados pela temática da construção com terra crua que desejem adquirir formação específica, ampliando e aprofundando os seus conhecimentos nesta área.

OBJECTIVOS:
Domínio dos conceitos teóricos e ferramentas práticas associadas à construção com terra crua, dotando os formandos dos conhecimentos necessários à implementação em projecto e obra das diversas tecnologias tradicionais e modernas de construção com terra.

PROGRAMA:
- Introdução, especificidade, diversidade e universalidade da construção com terra.
- Sustentabilidade, práticas construtivas e gestão de recursos.
- Técnicas construtivas com terra crua.
- Recuperação do património construído em terra, conservação e manutenção.
- Identificação, análise e ensaios de solos para construção.
- Construção de modelo protótipo em Taipa.

FORMADORES:
Arq.ª Eva da Silva Quaresma
Arq.º Pedro Alves de Abreu
CARGA HORÁRIA E CALENDARIZAÇÃO:
23 horas;
2.ª, 4.ª, 6.ª, 3.ª e 5.ª, das 19h00 às 22h00, e Sábados, das 10h00 às 14h00.

INSCRIÇÃO:
200 € (Isento de IVA, ao abrigo do n.º 14 do artigo 9.º do CIVA.)

Para + informações e inscrições por favor contactem:
ARQCOOP - Cooperativa para a Inserção Profissional em Arquitectura, CRL
Rua João Nascimento Costa, Lote 7
1900-269 Lisboa
Telf: 210107840
Fax: 210107841
arqcoop@gmail.com
http://www.arqcoop.com/

* Esta actividade formativa foi validada pela Ordem dos Arquitectos e permite a obtenção de créditos para efeitos da formação obrigatória em temáticas opcionais, complementar ao estágio profissional.

15 dezembro 2010

A Arquitectura Contemporânea na Costa Alentejana

Aqui fica uma boa prenda de Natal! Um texto de reflexão sábia, apaixonada e obrigatório, do Arqt.º Alexandre Bastos
Boas Festas!!


"Dedico estas curtas páginas a Manuel Maria Mansos - o Taipeiro que me ensinou a sentir a terra em 1993, a batê-la, a molhá-la, a escolhê-la e a marcar o ritmo, a tornar-me mais culto pela sua sabedoria de vida

A Arquitectura Contemporânea na Costa Alentejana
Sempre alimentámos o nosso imaginário com utopias, com a terra servindo de matéria para a implantação das diversas culturas, sejam elas da simples subsistência à rendibilidade a longo prazo, desde a floresta, às culturas arvenses, do jardim à horta, serve e sempre serviu também de abrigo, da construção de terra ou mesmo da Arquitectura.
Descodificando por momentos a nossa memória, construir quase tudo com quase nada ao custo zero do material, não deixa de entusiasmar, de tal maneira é utópico. Ao contrário de outrora, hoje constrói-se em terra por opção e não por necessidade. Esta diferença marca o sentido da utopia. Infelizmente temos construções medíocres com ar eterno e feliz. Por vezes mesmo com um ar vitorioso esmagando a delicadeza do ambiente, ou das construções adjacentes. Ao planear a obra de taipa tenta-se indiscutivelmente evitar erros que podem sair bem caros e simultaneamente ela é sob o ponto de vista construtivo limitada, quer na altura, quer nas grandes fenestrações, caso não seja bem ponderada. Impõe-nos também uma melhor inserção no terreno por questões económicas e até de coerência perante o respeito cultural.
Cabe aqui citar Ernesto Veiga de Oliveira, Benjamim Pereira e Fernando Galhano,”…e até por razões climáticas e económicas, e poderiam constituir ensinamentos estética e funcionalmente utilizáveis, na elaboração de uma arquitectura local racional, na vanguarda de todas as experiencias- isto é: mais actualizada. Em vez disso, porém, vemo-las tantas vezes sistematicamente recusadas como formas desprezíveis, em nome de um tipo de construção de péssima qualidade e de uma hedionda vulgaridade, em que o “modernismo” está apenas na utilização indiscriminada e errada do cimento e do concreto, por gente menos esclarecida que, nessa recusa dos valores antigos, julga afirmar a sua superioridade que é apenas ignorância.”Edição de 1969.

A Arquitectura de terra e a terra na Arquitectura tem a sua expansão sobretudo a partir dos anos 90, no Litoral Alentejano. Enfim não tão litoral quanto isso, pois será mais correcto dizer a 10 ou 15 km da linha de costa marítima para o interior. Tem uma razão de ser. Junto ao Litoral, (tanto no concelho de Odemira como em Santiago, Sines) o solo não é muito propício. É constituído por areias, sem xisto nem argila. Claro está que existem excepções, mas esta é a regra. Se verificarmos as pré-existências, veremos que estas estão mais destruídas no Litoral e menos a 10/15km da costa. Por vezes mesmo usando taipa de areia, muitas das coberturas originais eram de estrume, bocados de cortiça, estormo, caniço, ou seja muito leves. A parede de taipa de areia trabalha muito mal à torção e tracção e resiste menos às chuvas, o seu índice de plasticidade é fraco. A altura é limitada por razões óbvias. Os gigantes são frequentes. Os vãos reduzidos.
Recomeça a Taipa sensivelmente com algumas experiências aqui e ali sem grande significado por volta de 87/88.(depois de um interregno a partir da década de 50) Marco decisivo foi o ano de 1993 no Litoral Alentejano, por várias razões: primeiro, porque se concretizou uma obra de taipa, actual ao tempo (projecto de 1992 e obra 1993), dum atelier de pintura, que veio a ser exposta na “7ª Conferência Internacional sobre o estudo e conservação da Arquitectura de terra”, que se realizou em Portugal, na cidade de Silves.
Segundo factor, foi a publicação de um artigo do historiador Dr. António Quaresma sobre esta obra, no jornal “Noticias de Odemira”, (nº 31 de Dezembro de 1993), que como é óbvio teve leitores. Este artigo tinha por base recordar a memória do tempo, lançar um desafio, sensibilizar o anónimo, os técnicos e os próprios políticos.

De seguida, outro artigo é publicado no mesmo jornal, (nº32 de Janeiro/Fevereiro de 1994), que vem explicar tudo acerca da técnica, dos tempos e dos custos e também publicado no Bulletin de Information 1995, no 16-17, Projet Gaia. Simultaneamente esteve patente na Fundação Calouste Gulbenkian a exposição “Arquitecturas de Terra” – o futuro de uma tradição milenar – Europa, Américas e Terceiro Mundo”, concebida pelo Arqt.º Jean Dethier para o Centro Georges Pompidou.
De facto faz-se taipa para o mercado de habitação, que funciona normalmente, seja ela a primeira ou a segunda habitação sendo este tipo de construção pioneiro. É no atraso de Portugal diria, (quase tão perversamente no conceito abstracto e concreto na sua expressão, como Yourcenar) que está a sua grande modernidade.
“ De todas as modificações causadas pelo tempo, nenhuma afecta tanto as estátuas como a alteração do gosto daqueles que as admiram” - Marguerite Yourcenar.
Até mesmo na sua expressividade, seja interior ou exterior como por exemplo: a taipa fica à vista ao invés de ser rebocada, no interior irá impor-se um vector de força no seio de todas as paredes brancas…etc. A Taipa, dá-nos uma possibilidade criativa, tanto como na pintura… O pintor Eduard Hoper oferece-nos essa liberdade de pensar para além das figuras expostas. Que se passa? Será que eles?…,…de que estarão eles a falar?… e a casa? Isto será ruína ou uma ampliação?…Ou será que ainda está em construção?…Será que posso fazer a minha casa apenas com terra.?..Esta utopia alimenta o Homem e é irrelevante quanto à nacionalidade. O belo texto de Léon Krier L’amour des ruines ou les ruines de l’amour, fez-me lembrar o arquitecto perante o destroço , a pré-existência… penso, salvo isto ou não, ponho-a em evidência ou integro-a como se nada fosse…sonho.
E é isso que interessa na Obra, para o arranque do estímulo do projecto e também da vidara intensidade do percurso artístico e os vectores da criação é que podem ser explicados. E serão sempre diferentes em cada arquitecto.
A taipa ajuda a pôr a nossa imaginação em funcionamento - vou fazer um buraco aqui agora, ou depois de construída, - vou fazer um baixo-relevo, ou vou usar pigmentos coloridos pela ordem que entender, junto tijolo á vista e reboco ou não, ponho-a lisa ou texturada, posso também caiá-la sem mais. etc. Também posso diminuir ou aumentar a espessura, criar mais inércia numa determinada orientação solar. Porque não? Basta-me aumentar o frontal.

É a manufactura, o artesanato, mobilidade e a liberdade de criar, basta encontrar empatia com o cliente e os operários que aliás só têm a ganhar com o vocabulário. Estamos a usar a técnica ( com toda a possibilidade de introduzir materiais actualíssimos, ferro, betão, madeira e por aí fora) para dar valor ao sentido artístico e estético da obra - a Arquitectura!
Nunca os arquitectos pensaram tanto na construção e na destruição. Ora a tradição indica-nos e ensina-nos que as casas nascem, vivem e morrem ou falecem. Esta utopia da construção permanente, ser efémera (ou poder ser), ou ser eterna, modifica o conceito de construção e sobretudo de arquitectura. Significa outra utopia, a liberdade plena, a grande mobilidade na taipa, de a modificar para as gerações vindouras, e com um material eterno, fazer o efémero, e ainda outra utopia, aproveitar a mesma matéria fazendo-a renascer.
Digamos que a terra, a casa, a arquitectura acompanham as gerações, neste caso até, o mesmo pedaço-matéria-terra. (quase verdade não fosse a legislação do PROT e Parque Natural cercear essa liberdade, duma forma usurária, quanto aos limites de construção, não contemplando minimamente o que é uma área digna e razoável de habitabilidade).
O que se passa neste momento no litoral alentejano e na nossa contemporaneidade é um movimento de arquitectura que não se baseia apenas em aspectos formais e na expressividade, transcende-os, nasce na ruralidade nos finais do séc. XX, princípios do séc. XXI, mas vem das cidades, das culturas ditas eruditas, ou mais esclarecidas, que vão preservar a memória do tempo, do anónimo, dos diferentes extractos socioeconómicos, etc., que preservam o ambiente, que são preocupadas, pouco consumistas, enfim, um movimento cívico, consciente a que me é indiferente se é por moda ou não.
De qualquer modo contribui para o mesmo fim. Sem materiais estranhos à natureza preserva o ambiente. Não gasta energia inutilmente, não se impõe, mas absorve a cultura local, respeita e muito lentamente cresce, quase sempre silenciosamente.
É em suma, por tudo isto, uma arquitectura contra-corrente, Contemporânea de certeza, - a terra – feminina, cheia de inovação e perfume.”

Arqt.º Alexandre Ereira Bastos

09 dezembro 2010

TERRATECTURA 2011


Seminario- Taller de Arquitectura y construcción en Tierra, a realizarse del 18 al 20 de Mayo de 2011 en Bogotá, Colombia
Organiza: Asociación Colombiana de Facultades de Arquitectura (ACFA) y Pontificia Universidad Javeriana- Bogotá
Objectivos:
Principal
Difundir y capacitar a los participantes con una visión eco-sostenible,sobre las posibilidades que brinda la construcción en tierra, exaltando la importancia de transferir saberes y tecnología.

Específicos
Exponer los avances en investigación y construcción de la tierra como material de construcción en el mundo y en Colombia.
Identificar los diferentes sistemas constructivos empleados en las edificaciones en tierra y sus características estructurales.
Conocer las propiedades físico- mecánicas de la tierra como elemento estructural y su comportamiento ante eventos sísmicos.
Comprender y facilitar experiencias sobre transferencia tecnológica con tierra como recurso material que aporta a un ambiente integral.
Temáticas:
1. Arquitectura Moderna: Nuevos proyectos y sustentabilidad
2. Patrimonio y restauración: Investigación e intervención
3. Transferencia Tecnológica: Educación, formación y capacitación
4. Ecosostenibilidad: Proyectos sustentables y sostenibles




Recibo de ponencias hasta el 25 de Enero de 2011 en terratectura2011@gmail.com