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16 setembro 2008

Imagens_Texturas_Terra_Continuação

A beleza plástica e texturada que a terra possui é lhe conferida pelas diferentes percentagens dos seus constituintes (gasosos, liquidos e sólidos), com ou sem estabilização (cal, cimento, etc), e as características específicas dadas por esses componentes, de que resulta uma infinidade de tipos de terra com uma variação de características infinita!

Falarmos de beleza na caracterização da terra pode trazer consigo perigos pela sua relatividade pouco científica, mas aceitemos à partida que o conceito de Belo implica uma afeição, e que esta, sendo subjectiva, utiliza critérios plásticos e sensoriais tão importantes como o rigor físico e químico que explicam todos os materiais de construção.













11 setembro 2008

Formação Taipa_Taliscas

Aqui ficam algumas fotografias da Acção de formação sobre "Conservação e Recuperação de Construções em Terra" que decorreu em Taliscas.





























04 setembro 2008

Adobe_Idanha-a-Nova

Casas em adobe, Ladoeiro (Idanha-a-Nova), 2008







Imagens retiradas do blog http://casadasbestas.blogspot.com/2008/03/arquitecturas-de-terra.html
(ver texto)

01 setembro 2008

Amigos_Escola de Taliscas_Matriz adl

Existem Associações locais que merecem por inúmeras razões ser divulgadas.
Porque são pólos activos no domínio da promoção cultural e artística, na criação de oportunidades criativas, mas sobretudo pela natureza humana das suas intervenções, no contacto de proximidade com as tradições e a população.

A Associação Matriz adl com sede em Odemira e casa na aldeia de Taliscas, é sem sombra de dúvida uma destas Associações.
Odemira é hoje um concelho muito espalhado em termos de população, com carências de serviços e de oferta cultural. Daí a importância da Matriz como base de encontro e aproximação do património imenso que Odemira e o Sudoeste Alentejano contêem.

Não são apenas as praias fantásticas e a paisagem protegida, a gastronomia ou doçaria, são as pessoas e as tradições (acções vivas que as diferenciam) que merecem ser conhecidas e divulgadas, este é principal trabalho da associação Matriz.
E porque importantes são as pessoas que a constroem, todos os dias, um abraço ao amigo Raul Almeida, um homem apaixonado pela região e conhecedor das histórias do concelho, à Arquitecta Susana Sequeira, que se dedica e organiza as formações e também o pequeno Gaspar que com os seus "amigos" brinquedos anima o futuro da associação.

Cabe-nos as nós,
amadores e aprendizes das Arquitecturas de Terra,
contribuir e saudar o trabalho desenvolvido por estes "alemtejanos".

O blog da associação com notícias sobre as actividades é o

http://www.matriz-adl.blogspot.com/

Quanto a Novidades fresquinhas, teve início no dia 29 de Agosto e vai prolongar-se nos dias 6, 7 até dia 8 de Setembro uma acção de formação sobre "Conservação e Recuperação de Construções em Terra".



A associação convida todos os que estiverem interessados se quiserem assistir à finalização dos trabalhos a passarem pelo

Polo de Actividades das Taliscas (antiga Escola Primária).

A intervenção prática de recuperação centra-se numa ruína próximo da escola e consiste grosso modo no preenchimento de lacunas, execução de socos, argamassas, rebocos e taipa) .

Como estas formações têm tido muita procura, está já prevista para Outubro uma nova edição.



22 agosto 2008

Colunas de Terra_Plano B_


Nos quatro fins-de-semana de Setembro o PLANO B e a Associação BARAFUNDA organizam uma oficina (WORKSHOP) para construir o projecto COLUNAS DE TERRA (mais informações no blog/diário de obra planob-barafunda.blogspot.com).

Os trabalhos abrangem várias tarefas, desde a mistura da TERRA (saída das escavações) até à sua moldagem nas COLUNAS, e decorrem em dois períodos ao longo do dia (10h00-13h00 e 15h00-18h00).

A local da obra é na Benedita (entre Rio Maior e Alcobaça) e, apesar de ser um trabalho voluntário, haverá almoço para os tarefeiros.

Quem estiver interessado em participar contacte para o email info@planob.com ou para o telemóvel 936505361 (Francisco Freire) indicando as datas de disponibilidade (6/7, 13/14, 20/21 ou 27/28).


Convite para o Workshop por intermédio da Associação Centro da Terra

Imagens_Texturas_Terra

Inicia-se aqui uma Pesquisa Temática que procurará ao longo dos próximos posts acompanhar todo este Maravilhoso Mundo da Arquitectura de Terra, nas suas diversas perspectivas, lógicas, teorias e práticas.
O plano é ambicioso mas acreditamos, dará um gozo imenso!
Servirá por um lado, para junto dos mais cépticos ou distraídos, queimar mitos e lendas, e por outro lançará bases e ideias de reflexão para quem procura projectar o futuro da Terra como um material ecologicamente Sustentável, que é antigo e moderno.
Começamos então pela Secção de Imagens sobre aquela que consideramos ser uma das principais características da Terra enquanto material de construção,
a sua Beleza plástica e expressiva.
Não será o critério mais científico, mas é o mais bonito!
Ainda assim toda a Poética inerente ao Material e à Construção com Terra introduz uma profundidade que não é apenas física, estética ou cultural, mas como diz a Arq. Mariana Correia, encontra-se no domínio do património intangível, que vai para além do material e da técnica, é no fundo uma dimensão que sobrevive enquanto o homem e o conhecimento existirem, uma questão de fé!!

Com um processo de construção ecológico, reciclável e reutilizável, a terra é um material com características isolantes e acústicas únicas, para além da sua disponibilidade e economia, mas é sobretudo a sua "Beauté" texturada, moldável e tactil que mais atrai ao primeiro olhar.


Caldeirinha_Troviscais_Odemira
Arq. Alexandre Bastos

11 agosto 2008

A Teoria e a Prática

Aqui há uns tempos numa entrevista ao Expresso o escritor António Lobo Antunes dizia esta coisa belíssima:

"É muito difícil fazer um bom romance antes dos trinta anos. Para escrever tem de se ter vivido. Um homem com quem aprendi muito foi o professor Eduardo Cortesão, que me fez gostar da Psiquiatria. Ensinava-nos a técnica e depois dizia: «Agora esqueçam tudo e vão lá para dentro». Escrever é um pouco isso: tem que se esquecer tudo."

08 agosto 2008

Arq_Terra_Naturarte Campo_São Luís_Odemira

As fotos seguintes foram tiradas há dois anos (como o tempo corre!) durante uma das várias visitas "à pesca" de Arquitectura de Terra que temos feito pelo Alentejo.
Antes de entrar em São Luís pela estrada que vem de V. Nova de Mil Fontes à direita encontramos este núcleo de turismo rural ( há outro mas junto ao Rio Mira) ver http://www.naturarte.pt/
O arquitecto Rui Graça (que é também um dos donos) conseguiu aliar muito bem modernidade e tradição com a taipa em papel de destaque. Nos diversos espaços encontramos sempre expostas diversas peças de arte que se integram perfeitamente no conjunto e no conceito do empreedimento.

Não ganho comissão pela publicidade, mas acho que entre ir prás Maldivas ou passear por este Alentejo...já fiz a escolha!





PS: Estávamos junto à piscina a curtir o Sol e vimos do outro lado da serra uma moradia impecável..em Taipa!! Mas essas fotos ficam para um próximo post.

Concorso fotografico internazionale sul tema "Le case di terra: paesaggi di architetture"



http://www.casediterra.it/
Este Site Italiano muito activo promove todos os anos, entre outras actividades, um criativo Concurso de Fotografia em Terra com cada vez mais participantes.
Uma forma fácil de divulgar e disfrutar da beleza deste material.

Um destaque especial para os "fotografeiros" portugueses que já ganharam prémios de destaque como a dona Bárbara Costa Marques (Uma engraxadela aos amigos!!)
http://www.casediterra.it/fotogallery2007.htm

07 agosto 2008

Site_ArquitecturadeTerra.com


Encontrei há pouco tempo este site
http://www.arquitecturadeterra.com/pt.html do Arq. Henrique Schreck, cuja obra admiramos e acompanhamos e que pode ser visitada na região de Odemira (e não..não é verde!).

Este post pretende duas coisas, primeiro divulgar merecidamente a obra em terra deste Arquitecto e convidar toda a gente a visitar o Alentejo litoral e a conhecer a excelente Arquitectura de Terra que por ali se vai fazendo. Vale bem a visita!

Ait-Ben-Haddou_Marrocos




Ait-Ben-Haddou é uma cidade fortificada ou ksar em Marrocos, entre o Sahara e Marraquexe.
Situada numa colina à beira do rio Quarzazate, a cidade foi totalmente construída em terra.
A
maioria dos habitantes da cidade vive agora numa aldeia mais moderna, no outro lado do rio; no entanto, dez famílias ainda vivem no ksar.

Neste ksar foram filmados vários filmes famosos, incluindo Lawrence da Arábia, A Múmia, Gladiador e Alexandre, entre outros.
O sítio foi declarado Património Mundial da UNESCO em 1987.


Site da Unesco_http://whc.unesco.org/en/list/444

Site com Fotografias_http://photosbymartin.com/africa/morocco_ait_benhaddou_pictures.htm

Grande Mesquita de Djenne, no Mali


Fotografia de Ferdinand Reus

05 agosto 2008

Cidade de Shibam, Yemen











The Manhattan of the Desert_Shibam

Yemen is on the southern coast of the Arabian Peninsula. The city of Shibam is characterized by numerous mud-brick buildings huddled closely together. Many high-rise buildings were built like this to protect it from Bedouin attacks.
A defensive wall and two city gates protect the city. Clusters of five to eight storey buildings stand closely together in a small area. Some of the houses are linked by mid-air corridors. People can quickly move between the corridors, shifting from one house to another and fighting back when attacked by enemies. Wooden window frames fitted to mud-plastered walls are carved in an arch-shape. The history of Shibam dates back to the 3rd century. However, the buildings which remain today are mostly from the 16th century. But how did this city attain so much wealth that people had to fear and prepare for enemy attacks? The secret lies in Frankincense which is still sold in the town.
A bucket is being lifted up ... for house repair work. Earthen walls need to be re-plastered every now and then after erosion from wind and rain. These craftsmen are making bricks.
The bricks become gradually smaller for the higher floors. Which means the building walls gradually become thinner, forming a trapezium shape. The walls are thinner on higher floors to reduce the pressure on lower floors, making the building strong and stable. Each building is usually occupied by one family which uses the 3rd floor up as its residence. The 1st and 2nd floors are often used to store food and as a stable for livestock. People kept cattle inside their homes to live through times when the town was under attack. The earthen houses stay cool inside despite the heat outside.
The aroma of Frankincense filling the room creates an exotic atmosphere. In the Manhattan of the desert, people live in a state of timelessness."
Fonte:
Unesco

Mais aqui...

30 julho 2008

Eventos_Matriz




Na sequências das formações que a Matriz adl tem vindo a desenvolver sobre construção em Terra vimos anunciar a abertura de inscrições para a próxima.


Conservação e Recuperação de Construções em Taipa

datas: 29, 30 de Agosto e 6, 7, 8 de Setembro

horário: 9.30h/12.30h 14.00h/17.00

local: Escola das Taliscas - Odemira

inscrições e informações:
correio@matriz.org.pt 93 9788359 96 3629624

preço: 200€
susana sequeira arquitecta


Eu vou lá estar!!

26 fevereiro 2008

Arq_Terra_Australia



The Johanna House, designed by Nicholas Burns, is a 4 bedrooms, 2 bath house with an open kitchen, dining/living room and cellar located on Johanna beach, Victoria, Australia. The site is on a secluded 100 acres of pristine bush land adjoining the national park with extensive views of the ocean, protected wilderness with known endangered flora and fauna. No trees were cleared in the construction of the house.Materials used were rammed earth, concrete, glass and steel to create a discrete insertion into the landscape, a journey of gradual and layered concealment and opening of the landscape and ocean; contrasting contraction and expansion, heavy and light, opaque and transparent. Pure geometry and detailing to create a stillness, a dematerialising interconnection with nature, landscape and the passing of time, place and present. More pictures of the construction process and the final result available here.













23 dezembro 2007

Novoram_Novas Possibilidades

John Novotny, a Melbourne resident, has developed a very simple and innovative method of rammed earth construction that results in houses massively cheaper than conventional ones and with amazing environmental benefits. Mixing the ancient universal simplicity of earth with modern engineering principles, Novotny developed a concrete-jacket rammed-earth wall system (“Novoram”) that is simple to construct and structurally robust. The resulting walls are built mostly of earth but have a thin concrete jacket and concrete posts integrated into the wall.

O texto seguinte foi retirado daqui:
http://www.greenleft.org.au/2007/735/38047

Worldwide, building construction and use accounts for around 40% of greenhouse gas emissions (materials, actual construction, heating, cooling, lighting etc.). The use of green building materials and construction techniques must be a key element in the drive to curb global warming.
One of the most widely applicable green building techniques also happens to be one of the cheapest. John Novotny, a Melbourne resident, has developed a very simple and innovative method of rammed earth construction that results in houses massively cheaper than conventional ones and with amazing environmental benefits.
Now 82 and a convinced socialist (he recently joined the Socialist Alliance) he passionately wants to see this technique widely used to benefit ordinary people and contribute to a better world. Facing persecution by a Stalinist regime, Novotny fled Czechoslovakia in the late 1940s and ended up in Australia. His interest in building really only developed in retirement when, travelling between California and Mexico, he came across an old adobe (mud brick) mission building, still standing solidly centuries after it was built. Novotny set about developing a more modular version of the earth construction he had seen in Mexico. He looked at earth buildings from around the world as well as the post-war development of low-cost earth building techniques in Australia by what became the CSIRO.
Mixing the ancient universal simplicity of earth — earth buildings house over half of the world’s population — with modern engineering principles, Novotny developed a concrete-jacket rammed-earth wall system (“Novoram”) that is simple to construct and structurally robust. The resulting walls are built mostly of earth but have a thin concrete jacket and concrete posts integrated into the wall. By introducing the concrete posts and shell, the buildings have a uniform engineered minimum strength. Regular mud brick, cob or rammed earth walls vary in strength according to the composition of the soil that is used. The concrete jacket overcomes a major hurdle to the use of earth — the excessive red tape surrounding the assumed structural weakness of earth buildings. Because earth walls are generally made of earth from the building site itself, this minimises emissions from transporting the primary building material. Also, because the earth is unbaked, and is simply rammed into the formed wall spaces, the energy embodied in manufacturing the walls is extremely low compared to straight concrete, bricks or timber.
A case study of a 320-square-metre Novoram home revealed that only 129 kilograms of CO2 were produced to compact the unprocessed earth walls, compared to 70,000kg to simply manufacture the bricks for an equivalent-sized brick home! Moreover, earth buildings have a high thermal mass and therefore superior thermal performance. Thick earth walls (300mm or greater) maintain a stable mild temperature but will also soak up and re-radiate the warmth or coolness in buildings. This means that they keep buildings cool in summer and warm in winter, and will actually maximise the effectiveness of space heaters, heat from the sun, or air conditioners. As a result, so long as they are properly insulated from the outside environment, buildings incorporating thermal mass walls require far less heating and cooling.
If a significant portion of buildings nationwide worked on thermal mass principles and incorporated other “passive” design features including insulation, sun shading and passive ventilation, there would be substantial energy savings. Several large power stations could be shut down and major emissions reductions achieved. A study conducted in 2000 by Victoria’s Sustainable Energy Authority (SEAV) into a house at suburban Clyde North made using Novotny’s Novoram technique is testament to the environmental performance of its earth-based construction.
Tony Isaacs, manager of SEAV’s building performance department, stated in a letter to Novotny: “The rating of this house is five stars, however, its performance far exceeds that of most five star homes with a predicted energy use almost half of the maximum allowed for five stars. In addition the performance of the house in summer is such that it is likely to need very little artificial cooling. Of the 1200 houses assessed by SEAV since 1995 only 12 have achieved higher ratings, making this house one of the most energy efficient ever built in Victoria.” Since the Novoram system is based on using earth as the main building material, houses made using the technique are quite literally “dirt cheap”.
Raw unprocessed earth, as opposed to solid concrete, brick, or timber, is free in virtually all cases. In most cases the earth excavated in order to lay the foundations for a building (which usually goes to landfill) is sufficient to fill the walls. Because the walls are earth-filled they also have excellent (sound deadening) acoustics and are not prone to fire. Given the structural soundness of Novoram walls, as well as their environmental friendliness, low cost, and acoustic and fire performance, the system has clear and enormous potential to be used not only for housing, but also in schools, universities, hospitals, small to medium office blocks etc.
Upon developing the jacketed rammed earth system to a “commercial”, modular system (a system which Novotny says is so simple it can be constructed quickly using unskilled labour), Novotny approached a number of commercial organisations and the Victorian government to see if they were interested in trying the system out.
A state government official in charge of building performance told him that the “r” value of the wall (its thermal conductivity) was “too high” and that because the wall did not insulate effectively, the environmental benefits of the system were minimal. This shows a complete non-comprehension of the basic principle of thermal mass — and a highly irrational and unscientific obsession with “insulation” as the sole benchmark of eco-friendly building materials.
Novotny also approached big housing developer AV Jennings and reports that the company’s architects at first seemed genuinely interested then failed to follow up. Presumably they were told by higher authority not to waste their time on something which could only reduce the company’s profitability. What are the best available solutions to the social and environmental functions that buildings must perform?
This question cannot be solved under capitalism. The housing and construction industry is intimately linked to the manufacturers of bricks, timber, concrete, steel and aluminium. The choice of building materials used is determined not by what is most socially rational but by what is most profitable to these interests. Social and environmental needs come a distant second behind the drive for corporate gain. A raft of environmentally and socially friendly technologies and systems like Novotny’s earth construction method are waiting to be plucked from the patent offices and put widely into practice by a social system which actually values their social utility. [John Novotny is seeking to build more homes using the Novoram system and to show other builders how to build using his concrete jacket rammed earth method. For more information email .]

Livro Taipa no Alentejo de Mariana Correia


TAIPA NO ALENTEJO de Mariana Correia

Livro que abre uma nova colecção designada "Arquitectura Tradicional", no qual se publicam estudos de interesse do património português construído. O Alentejo é uma extensa região onde a cultura e tradição construtivas eram marcadas pela corrente utilização da terra. A forte predominância de solos com limo e argila, o que levou o geógrafo Orlando Ribeiro a designar a região sul do país como a 'civilização do barro', traduzia-se pelo frequente uso de técnicas construtivas específicas, tal como a taipa, o adobe ou o tabique.

Na obra agora publicada, fruto da dissertação de Mestrado da arquitectaMariana Correia, a taipa é estudada de forma técnica e sistematizada após a análise das várias tipologias da arquitectura popular da região. Mais de 200 fotografias, dezenas de desenhos e mapas completam este estudo inédito. Formato 19 X 32 cm, 176 páginas, capa mole, quadricromia Prefácio de Paul Oliver e Preâmbulo de Hubert Guillaut

Patrocínio: Ministério da Cultura - Delegação Regional de Cultura do Alentejo Apoio: Fundação para a Ciência e Tecnologia, Fundação Eugénio de Almeida, Fundação Convento da Orada, Escola Superior Gallaecia, Município de Évora, Município de Reguengos de Monsaraz, STAP, Herdade do Esporão

ARGUMENTUM - EDIÇÕES, Lda
Rua Prof. Queiroz Veloso, 2
1600 - 658 Lisboa Tel: 213940547 / Fax: 213940548
Arq. Filipe Jorge: 962739449

Mariana Correia, Arq.ª Directora da ESG ESG/ Escola Superior Gallaecia