terça-feira, 29 de março de 2011
CURSO ARQUITECTURASdeTERRA_MAIO 2011
Oficina Teórico-Prática - a terra, a arquitectura e a construção sustentável Santiago do Cacém|Portugal 2-6 Maio 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Ciclo de Conferências LA TIERRA CRUDA: un Material de Construcción Actual_Sevilha_Março 2011

Conferencias LA TIERRA CRUDA: un material de construcción actual
9-10. Fuentes documentales para su difusión e investigación. Mercedes Ponce.
10-11.30. Adobes y entramados: caracterización y aplicación. Ana González.
12-13.30. Tapia: caracterización y aplicación. Jacinto Canivell.
13.30. Mesa redonda
11.30-13.30. La construcción actual con tierra cruda. El caso portugués y español. Francisco Seixas.
13.30. Mesa redonda
Salón de actos de la Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Sevilla.
Av. de Reina Mercedes. Sevilla.
Conferência e Lançamento de Livro_ISMAT Portimão_16 Março 2011

Conferência: Arquitectura de terra: passado e futuro.
Arquitecta Maria Fernandes
Isa Landeiro Sequeira
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Workshop: COBERTURAS MEDITERRÂNICAS VERDES E PRODUTIVAS_24Fev.2011_Lisboa

Entrada Gratuita - Inscrição Obrigatória em www.construcaosustentavel.pt - Tel: 918 613 023
Auditório da Ordem dos Engenheiros
14:30 Sessão de Abertura: Alexandre Fernandes (ADENE) - Livia Tirone (ICS)
14:50 Coberturas Verdes - Benefícios e Oportunidades de Intervenção na Cidade: Helena Farrall (Faculdade de Ciências e Tecnologia / UNL)
15:10 A Quinta Fachada dos Edifícios são a Fachada Principal da Cidade - Livia Tirone (ICS)
15:30 Tendências e Boas Práticas para as Coberturas Verdes - Green Roof Policy - An International Review of Good Practices and Future Trends: Artur Pereira (International Green Roof Association (Espanha) (Apresentação em Espanhol)
15:50 Sistema Integrado para Coberturas Verdes no Clima Mediterrânico: João Venceslau (INTEMPER)
16:10 Inovação em Materiais Incorporados em Substractos - Leves e com Elevada Capacidade de Armazenamento de Água: (Fabio Invernizzi VYDRO) (Apresentação em Inglês)
16:30 Integração da Produção Descentralizada de Electricidade Proveniente de Fontes Renováveis em Coberturas Verdes: Joaquim Pescada (SONNENKRAFT)
16:50 Diálogo Moderado: Helena Farrall (Faculdade de Ciências e Tecnologia / UNL)
17:30 Sessão de Encerramento: Alexandre Fernandes (ADENE) - Livia Tirone (ICS)
Yemen Conference in Earthen Architecture | 28 Feb. to 4 March 2011

Attached you can find information and programme regarding the conference
to be held in the East of Yemen, organised by the Foundation Daw'an Mud Brick Architecture.
The event will take place between the 28th of February and the 4th of March 2011.
It will be attended by experts from 20 different countries.
More information available at: www.dawanarchitecturefoundation.org
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Artigo Revista Única_Expresso_Terra Firme_12Fev2011

Programa Biosfera nº 303_Arquitectura Verde

"Passamos noventa por cento da nossa vida em espaços fechados e são poucos os edifícios saudáveis.
Ter uma habitação arejada, adaptada ao clima e com reduzidas necessidades energéticas depende de uma panóplia de decisões tomadas nos gabinetes de arquitetura. Conheça alternativas ao tijolo e ao betão. No Biosfera desta semana, descubra as vantagens de construir em terra, pedra e madeira. "
Este episódio do Biosfera passou há uns dias na rtp2 e falou bastante e bem sobre construção com terra e por isso divulgamo-lo agora no ArquitecturasdeTerra.
Para verem o programa cliquem aqui ou então na imagem.
Dutch Studygroup Earth construction_Holanda

Dutch Studygroup Earth construction
It’s already 20 years ago that the first little modern house in the south of Holland was built in clay with some enthusiastic volunteers. This marks the beginning of several projects, workshops and publications about earth and earth construction in the Netherlands. Meanwhile there are several professional architects, builders and manufacturers specialised in earth construction. The Dutch Association for Integral Biological Architecture (VIBA) recently started the Dutch Workgroup on Earth Construction.
It has the aim to centralise and share the knowledge present nowadays, to organise excursions/workshops/seminars, to research and make publications, start a database, participate on an international level etc.
For more information contact Sjap Holst eco-design@arTchitecture.nl or Charles Thuijls info@leemwerk.nl.
The first coming big event of the DWEC is the Dutch National Conference on Building with Earth. Planned on the 17th of March 2011 in Tilburg, in the southwest of the Netherlands.
Gernot Minke will start the conference with a presentation about research and the qualities of clay. We’ll have several masterclasses about durability of clay, designing wit clay, large-scale clay construction, and the possibilities of mechanization.
On the site there will be several practical workshops during the day.
For more information see www.sbr.nl/leembouwcongres.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Rammed Earth in Panyaden School_Tailand
By Markus Roselieb
In the case of a high moisture content in the environment, rammed earth is very suitable as it has good moisture absorption. The humidity content of the earth when it is dried out is very low. The earth can absorb up to 30 times more water than concrete which means that in the long and heavy rainy season, the rammed earth walls will absorb the moisture of the environment, and balance out the moisture content, providing a mold- and fungus-free space.
Comparing Thermal Performance
The table below compares the thermal performance of classrooms built with two different types of walls.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Lançamento do Livro ENERGIA SOLAR PASSIVA
Lançamento do livro ENERGIA SOLAR PASSIVA e Palestra sobre o tema
Autoria de Francisco Moita
ENERGIA SOLAR PASSIVA é um livro da autoria do Arquitecto Francisco Moita que conta com o Patrocínio da Direcção-Geral de Energia e Geologia.
A edição expõe as potencialidades da utilização da energia solar nos edifícios, no caminho para uma arquitectura sustentável, através da explicação das regras de construção e processos térmicos, apresentadas de forma compreensível para um público vasto e diversificado sendo acessível a leitores sem conhecimentos profundos.
Esta obra, agora numa 2ª edição revista e actualizada, vem preencher a lacuna deixada pela sua 1ª edição (ed. INCM, 1987), esgotada logo após o seu lançamento em 1987 e sempre procurada.
No livro ENERGIA SOLAR PASSIVA descrevem-se, numa primeira parte, as várias matérias
teóricas, com relevo para a geometria da incidência solar, o conforto ambiental e o desempenho passivo dos principais elementos construtivos da envolvente dos edifícios. Na segunda parte desenvolve-se a aplicação destes conhecimentos a um método de cálculo simplificado que permite determinar o desempenho térmico passivo dos edifícios. Inclui ainda, em anexo, diagramas solares e valores micro climáticos muito úteis para o entendimento do aproveitamento solar e para a aplicação do método.
ENERGIA SOLAR PASSIVA tem a autoria do arquitecto Francisco Moita, especialista em
arquitectura bioclimática, estudioso e divulgador da Arquitectura Solar Passiva e da Eficiência Energética, e é editado pela ARGUMENTUM, conhecida editora dedicada aos temas de arquitectura, urbanismo e património.
“Um livro técnico e pedagógico de fácil entendimento, indispensável para a formação profissional de técnicos e estudantes.”
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Colóquio "Construire en terre : du patrimoine historique à l’architecture contemporaine"_Marselha
4&5 mai 2011
Colloque "Construire en terre : du patrimoine historique à l’architecture contemporaine".
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
2º Curso ArquitecturasdeTerra_Janeiro 2010

O ArquitecturasdeTerra vai promover em parceria com a ARQCOOP e o apoio da associação CentrodaTerra um segundo curso teórico-prático de Construção com Terra a ter lugar em Lisboa a 31 de Janeiro + 02, 04, 05, 08, 10 e 12 de Fevereiro!
Estudantes, recém-licenciados e profissionais das áreas de Arquitectura, Engenharia Civil, Património, Arqueologia, Investigação e Tecnologias de Materiais, e todos os interessados pela temática da construção com terra crua que desejem adquirir formação específica, ampliando e aprofundando os seus conhecimentos nesta área.
Domínio dos conceitos teóricos e ferramentas práticas associadas à construção com terra crua, dotando os formandos dos conhecimentos necessários à implementação em projecto e obra das diversas tecnologias tradicionais e modernas de construção com terra.
- Introdução, especificidade, diversidade e universalidade da construção com terra.
- Sustentabilidade, práticas construtivas e gestão de recursos.
- Técnicas construtivas com terra crua.
- Recuperação do património construído em terra, conservação e manutenção.
- Identificação, análise e ensaios de solos para construção.
- Construção de modelo protótipo em Taipa.
Arq.ª Eva da Silva Quaresma
Arq.º Pedro Alves de Abreu
CARGA HORÁRIA E CALENDARIZAÇÃO:
23 horas;
2.ª, 4.ª, 6.ª, 3.ª e 5.ª, das 19h00 às 22h00, e Sábados, das 10h00 às 14h00.
200 € (Isento de IVA, ao abrigo do n.º 14 do artigo 9.º do CIVA.)
ARQCOOP - Cooperativa para a Inserção Profissional em Arquitectura, CRL
Rua João Nascimento Costa, Lote 7
1900-269 Lisboa
Telf: 210107840
Fax: 210107841
arqcoop@gmail.com
http://www.arqcoop.com/
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A Arquitectura Contemporânea na Costa Alentejana

A Arquitectura Contemporânea na Costa Alentejana
Cabe aqui citar Ernesto Veiga de Oliveira, Benjamim Pereira e Fernando Galhano,”…e até por razões climáticas e económicas, e poderiam constituir ensinamentos estética e funcionalmente utilizáveis, na elaboração de uma arquitectura local racional, na vanguarda de todas as experiencias- isto é: mais actualizada. Em vez disso, porém, vemo-las tantas vezes sistematicamente recusadas como formas desprezíveis, em nome de um tipo de construção de péssima qualidade e de uma hedionda vulgaridade, em que o “modernismo” está apenas na utilização indiscriminada e errada do cimento e do concreto, por gente menos esclarecida que, nessa recusa dos valores antigos, julga afirmar a sua superioridade que é apenas ignorância.”Edição de 1969.
A Arquitectura de terra e a terra na Arquitectura tem a sua expansão sobretudo a partir dos anos 90, no Litoral Alentejano. Enfim não tão litoral quanto isso, pois será mais correcto dizer a 10 ou 15 km da linha de costa marítima para o interior. Tem uma razão de ser. Junto ao Litoral, (tanto no concelho de Odemira como em Santiago, Sines) o solo não é muito propício. É constituído por areias, sem xisto nem argila. Claro está que existem excepções, mas esta é a regra. Se verificarmos as pré-existências, veremos que estas estão mais destruídas no Litoral e menos a 10/15km da costa. Por vezes mesmo usando taipa de areia, muitas das coberturas originais eram de estrume, bocados de cortiça, estormo, caniço, ou seja muito leves. A parede de taipa de areia trabalha muito mal à torção e tracção e resiste menos às chuvas, o seu índice de plasticidade é fraco. A altura é limitada por razões óbvias. Os gigantes são frequentes. Os vãos reduzidos.
Recomeça a Taipa sensivelmente com algumas experiências aqui e ali sem grande significado por volta de 87/88.(depois de um interregno a partir da década de 50) Marco decisivo foi o ano de 1993 no Litoral Alentejano, por várias razões: primeiro, porque se concretizou uma obra de taipa, actual ao tempo (projecto de 1992 e obra 1993), dum atelier de pintura, que veio a ser exposta na “7ª Conferência Internacional sobre o estudo e conservação da Arquitectura de terra”, que se realizou em Portugal, na cidade de Silves.
De seguida, outro artigo é publicado no mesmo jornal, (nº32 de Janeiro/Fevereiro de 1994), que vem explicar tudo acerca da técnica, dos tempos e dos custos e também publicado no Bulletin de Information 1995, no 16-17, Projet Gaia. Simultaneamente esteve patente na Fundação Calouste Gulbenkian a exposição “Arquitecturas de Terra” – o futuro de uma tradição milenar – Europa, Américas e Terceiro Mundo”, concebida pelo Arqt.º Jean Dethier para o Centro Georges Pompidou.
De facto faz-se taipa para o mercado de habitação, que funciona normalmente, seja ela a primeira ou a segunda habitação sendo este tipo de construção pioneiro. É no atraso de Portugal diria, (quase tão perversamente no conceito abstracto e concreto na sua expressão, como Yourcenar) que está a sua grande modernidade.
A taipa ajuda a pôr a nossa imaginação em funcionamento - vou fazer um buraco aqui agora, ou depois de construída, - vou fazer um baixo-relevo, ou vou usar pigmentos coloridos pela ordem que entender, junto tijolo á vista e reboco ou não, ponho-a lisa ou texturada, posso também caiá-la sem mais. etc. Também posso diminuir ou aumentar a espessura, criar mais inércia numa determinada orientação solar. Porque não? Basta-me aumentar o frontal.
É a manufactura, o artesanato, mobilidade e a liberdade de criar, basta encontrar empatia com o cliente e os operários que aliás só têm a ganhar com o vocabulário. Estamos a usar a técnica ( com toda a possibilidade de introduzir materiais actualíssimos, ferro, betão, madeira e por aí fora) para dar valor ao sentido artístico e estético da obra - a Arquitectura!
Nunca os arquitectos pensaram tanto na construção e na destruição. Ora a tradição indica-nos e ensina-nos que as casas nascem, vivem e morrem ou falecem. Esta utopia da construção permanente, ser efémera (ou poder ser), ou ser eterna, modifica o conceito de construção e sobretudo de arquitectura. Significa outra utopia, a liberdade plena, a grande mobilidade na taipa, de a modificar para as gerações vindouras, e com um material eterno, fazer o efémero, e ainda outra utopia, aproveitar a mesma matéria fazendo-a renascer.
O que se passa neste momento no litoral alentejano e na nossa contemporaneidade é um movimento de arquitectura que não se baseia apenas em aspectos formais e na expressividade, transcende-os, nasce na ruralidade nos finais do séc. XX, princípios do séc. XXI, mas vem das cidades, das culturas ditas eruditas, ou mais esclarecidas, que vão preservar a memória do tempo, do anónimo, dos diferentes extractos socioeconómicos, etc., que preservam o ambiente, que são preocupadas, pouco consumistas, enfim, um movimento cívico, consciente a que me é indiferente se é por moda ou não.
Arqt.º Alexandre Ereira Bastos
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
TERRATECTURA 2011
Difundir y capacitar a los participantes con una visión eco-sostenible,sobre las posibilidades que brinda la construcción en tierra, exaltando la importancia de transferir saberes y tecnología.
Específicos
Exponer los avances en investigación y construcción de la tierra como material de construcción en el mundo y en Colombia.
Identificar los diferentes sistemas constructivos empleados en las edificaciones en tierra y sus características estructurales.
Conocer las propiedades físico- mecánicas de la tierra como elemento estructural y su comportamiento ante eventos sísmicos.
Comprender y facilitar experiencias sobre transferencia tecnológica con tierra como recurso material que aporta a un ambiente integral.
domingo, 5 de dezembro de 2010
NATAL2010@ArquitecturasdeTerra

Este ano uma vez mais, o Mister Winter chegou com muito frio e chuva para dar e vender pelos nossos lados!
A mirra, o oiro e o incenso foram este ano encomendados pela internet (www.reismagos.com) e já vão a caminho!
Arq_Terra_Casa Sanitas_Colorado_USA

Earth Architecture | Mud, Stone & Shale Conference_2011
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Filme_Dirt!
Este é um pertinente filme sobre a relação do homem com a terra.
Mostra-nos como a terra (seja fértil, para contrução ou o planeta) e os seres humanos não poderiam estar mais próximos. Somos feitos do mesmo material.
Biliões de anos de evolução fizeram da terra a fonte viva de toda a vida na Terra.
A terra dá-nos comida, casas, combustível, medicamentos, cerâmicas, flores, cosméticos - tudo o que é necessário para a nossa sobrevivência.
Estamos hoje, no entanto, a destruir o nosso último recurso natural com a agricultura intensiva, com a exploração excessiva de recursos fósseis, com o exagero cego de produzir mais e mais, sem olhar para o que produzimos e como o fazemos. Nas nossas cidades lutamos por uma árvore, por um pedaço de terra para cultivar couves e batatas, por um pouco de ar respirável.
Precisamos trilhar por outro caminho, por outro futuro, localmente, pensando de modo universal.
A terra continua debaixo dos nossos pés e tem uma resposta!!)
Curso ArquitecturasdeTerra_Nov2010_Agradecimento

©Rui Vieira
O ArquitecturasdeTerra quer agradecer a todos os que com entusiasmo e empenho participaram no curso ArquitecturasdeTerra, no passado mês de Novembro.
O bom ambiente entre todos e os resultados dentro e fora do taipal estiveram à altura das nossas melhores expectativas!!)
Aqui ficam também para os curiosos algumas fotografias tiradas durante a componente prática da formação:










