
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Rebocos de Cal_24 e 25 de Outubro_Avis

quarta-feira, 23 de setembro de 2009
VI Congreso Internacional de Arquitectura de Tierra_Espanha
Organiza o evento o Grupo TIERRA-UVa com a colaboração do Ayuntamiento de Cuenca de Campos, da Cátedra UNESCO Patrimonio, Restauración y Hábitat da Universidad de Valladolid
Destaque caseiro para as apresentações lusas do Arquitecto Filipe Jorge com o tema 'Alentejo-Terra actual e contemporânea.' e também dos Engenheiros António Figueiredo, Humberto Varum e Aníbal Costa, pela Universidade de Aveiro, sobre a 'Avaliação experimental de uma solução de reforço sísmico de paredes de alvenaria de
adobe.'
PROGRAMA
10.00h Recepción de participantes y entrega de documentación.
10.30h INAUGURACIÓN DEL CONGRESO
Salón de Plenos del Ayuntamiento de Cuenca de Campos. Alcalde y Autoridades.
José Luis Sainz Guerra, Director del Congreso
10.45h Recomendaciones para renovar conservando. Criterios de intervención en la Arquitectura
Tradicional.
José Luis Sainz Guerra, Dr. Arquitecto. Universidad de Valladolid (España).
Profesor de Urbanismo ETSA. Director grupo-TIERRA
11.30h Análisis tipológico y constructivo de muros curvos de tapial. Molinos de viento en Tierra
de Campos.
David Muñoz de la Calle, Luis Pahino Rodríguez, Arquitectos, y Félix Jové, Dr. Arquitecto.
Universidad de Valladolid (España).
12.15h Análisis de la nueva norma AENOR para bloques de tierra comprimida BTC
Pedro Olmos Martínez, Dr. Ingeniero de Caminos, Canales y Puertos.
Universidad de Valladolid (España). Profesor de Mecánica del Suelo.
13.00h Utilización de materiales naturales en el revestimiento de muros de adobe.
María Teresa Méndez, Dra. Arquitecto. Eduardo Mendiola Morales y Frank R. Morales Rojas,
estudiantes Ingeniería Civil/Arquitectura.
Universidad Ricardo Palma, Lima (Perú)
14.00h COMIDA
16.30h Densidad, Oquedad, Luz.
José Manuel González Vázquez, Santiago Bellido Blanco y Concepción Pérez Martín.
Arquitectos.
Profesores e Investigadores de la Universidad de Valladolid (España); Universidad Lusíada de
Oporto (Portugal).
17.15h El barro en la arquitectura industrial de las provincias de Valladolid y Salamanca.
Alicia Sainz Esteban y Mónica del Río, Arquitectos.
Universidad de Valladolid (España).
18.00h La cal en el diseño y conservación de arquitecturas de tierra.
Beatriz García Koch, Luis Fernando Guerrero Baca y Francisco Javier Soria López, Dr.
Arquitectos.
Profesores-Investigadores Universidad Autónoma Metropolitana- Xochimilco, Ciudad de México
(México).
18.45h Experiencias de construcción con tierra. Tres viviendas VPO en Gotarrendura (Ávila)
Carlos Jiménez Pose, Arquitecto.
Ávila (España)
DOMINGO 27 de septiembre
10.45h Las Pegueras en Tierra de Pinares.
Raquel Martínez, Arquitecto.
Valladolid (España).
11.30h Innovación en la construcción con tierra. Convivencia con las nuevas exigencias y
normativas.
Marta Molina Huelva, Dra. Arquitecto.
Sevilla (España).
12.15h Alentejo-Terra actual e contemporânea.
Filipe Jorge, Arquitecto
Lisboa (Portugal)
13.00h Avilação experimental de una solução de reforço sísmico de paredes de alvenaria de
adobe.
António Figueiredo, Ingeniero Civil. Humberto Varum y Aníbal Costa, Dr. Ingenieros Civiles.
Universidade de Aveiro (Portugal).
14.00h COMIDA
16.30h Rasgos y deterioros constructivos de la arquitectura en tierra del oriente cubano.
Idamnis Monteagudo Rodríguez, Belkis Saroza Horta, Yami Castro Conrado, Miguel Ángel
Rodríguez Díaz, María del Rosario González Moradas, Pedro Nolasco Ruiz Sánchez,
Arquitectos.
Universidad Central de las Villas (Cuba); Universidad de Oviedo (España); Instituto Superior
Politécnico “José Antonio Echevarría” (Cuba)
17.15h Caracterización de los cajones de tapial del Castillo de San Pedro de la Tarce (Valladolid) Félix Jové, Dr. Arquitecto. Profesor de Construcciones Arquitectónicas ETSA. Subdirector grupo-TIERRA. David Muñoz de la Calle y Luis Pahino Rodríguez, Arquitectos. Universidad de Valladolid (España)
18.00h ACTO DE CLAUSURA
Iglesia-Museo de Santa María. Entrega de Certificados
Inscripciones:
Abonadas después del día 18 de septiembre de 2009:
• Para inscritos que presenten comunicación 70 euros
• Para inscritos 115 euros
• Para estudiantes universitarios (50%) 60 euros
• Para estudiantes universitarios que presenten comunicación (50%) 35 euros
Abono cuota de inscripción: Caja de Arquitectos ARQUIA. C/C nº 3183-4700-13-0000854291
Indicar en el abono: "Congreso Tierra" y nombre y apellidos del participante.
La inscripción dará derecho a la asistencia al mismo, al material del Congreso, CD con la Publicación Digital completa de las ponencias, almuerzo, comida de los dos días y Certificado de Asistencia y/o participación.
El justificante de pago de la cuota de inscripción deberá ser enviado a la dirección de correo electrónico arriba indicada.
ALOJAMIENTO:
-Albergue de Peregrinos. Ayuntamiento de Cuenca de Campos. Telf.: 983.740.006
-Posada Rural “La Tata” (Cuenca de Campos) Telf.: 983.761.131
Para mais informações e/ou dúvidas podem contactar a organização pelo e-mail: tierra@arq.uva.es
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Fotografia_Terra_Cal_Yémen
Um homem, todo pintalgado de branco pelo trabalho, reveste com argamassa de cal e terra uma parede numa rua estreita e cinzenta de Sana'a, no Yémen, enquanto duas mulheres seguem o seu caminho com um negro traje.

© Tim Dirven Panos
Earth Workshops em San Miguel de Allende_San Antonio


quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Formação Inicial de Construção em Taipa_Matriz_Setembro_2009

DIA 11
9.30h / 13.00h
- Apresentação da formação e seus intervenientes
- Abordagem à construção em taipa
- Análise de terras
14.30h / 17.00h
- Execução e análise de provetos
- Apresentação os utensílios
- Início dos trabalhos de construção
DIA 12
9.30h / 13.00h
- Execução de taipa com pilão manual utilizando diversos tipos de matéria prima
14.30h / 17.00h
- Execução de taipa com pilão pneumático
DIA 13
9.30h / 13.00h
- Finalização dos trabalhos de taipa
- Análise dos resultados
14.30h / 17.00h
- Execução de rebocos de terra
9.30h / 13.00h
- Panorama histórico e actual da construção em terra, em Portugal e no Mundo
- Organização e gestão de uma obra em taipa
14.30h / 17.00h
- Principais patologias das construções em taipa
- Técnicas de prevenção e conservação
- Observação de ruínas e obras de recuperação
DIA 20
9.30h / 13.00h
- Visita a uma obra em curso e a um edifício actual, ambos em taipa.
14.30h / 17.00h
- Apresentação da obra de recuperação do Castelo de Paderne.
- A cal e a sua utilização nos rebocos ditos tradicionais.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ser Taipeiro é Fixe! (II)
Um destaque especial e particular para alguns pormenores de arquitectura/construção que já se começam a perceber, como os remates dos vãos, avançados em relação à volumetria da casa, a estrutura de pilares interiores em betão onde vai apoiar a cobertura em madeira e os topos da paredes onde irá assentar o lintel, com o objectivo de agarrar estruturalmente o conjunto e produzir esforço vertical de compressão, fundamental sobre as paredes.
Já sabem... próximos episódios desta novela de taipa em breve , sempre num blog perto de si...
eheh
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Arq_Terra_Casa entre Muros_Equador
Deste modo, longe da poluição da cidade, esta moradia encontra-se encaixada numa das encostas do temível vulcão Ilaló, integrada numa paisagem de elevada pendente e espantosa beleza, virando-se o terreno de modo quase escandaloso!! para a vista do vale e limitado por dois pequenos ribeiros que se cruzam lá em baixo.
Assim, um corte em desaterro na geografia da paisagem permitiu criar uma plataforma onde implantar o projecto e também conseguir suficiente matéria-prima para construir as enormes e maciças paredes de terra.
Outro dos aspectos interessantes neste projecto é a procura de uma relação harmoniosa entre objecto e lugar, determinante no desenho construtivo e no funcionamento da casa, por exemplo através do aproveitamento e tratamento das águas pluviais e o sistema de aquecimento solar, quer presente também pela via da tradição cosmológica.
Para isso procedeu-se a uma peculiar cerimónia de pedido de permissão ao vulcão e limpeza de energias negativas, com oferendas e bons augúrios a serem enterrados no centro energético da casa, na zona que divide o social e o privado, ponto de contacto entre os utilizadores e o vulcão.
A terra como material de construção é aqui, e muito bem, entendida como gerador de baixo impacto na envolvente, de baixo custo económico, a matéria prima é retirada do desaterro, não produz lixo de obra, armazena calor e regula o ambiente interior, ao possuir a capacidade de absorver a humidade mais depressa e melhor que outros materiais.
Arquitectos: al bordE, David Barragán y Pascual Gangotena
Localização: Tumbaco – Quito – Equador
Dono de Obra: Sra. Carla Flor
Apoio Técnico: Arq. Bolívar Romero
Construtor: Sr. Miguel Ramos
Colaboração: Estefanía Jácome
Área do terreno: 5000 m2
Área de construção: 180 m2
Projecto: 2007
Construção: 2007 - 2008
O que acham da obra, gostaram? Querem experimentar?
Querem divulgar projectos e ideias com terra?
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ser Taipeiro é Fixe! (I)
Rigoroso Estudo de uma Universidade Americana
The researchers, led by experts at Durham University’s School of Engineering, have carried out a study into the strength of rammed earth, which is growing in popularity as a sustainable building method.
Just as a sandcastle needs a little water to stand up, the Durham engineers found that the strength of rammed earth was heavily dependent on its water content.
Rammed earth is a manufactured material made up of sand, gravel and clay, which is moistened and then compacted between forms to build walls.
Sometimes, stabilizers such as cement are added but the Durham research focused on unstabilised materials.
The research showed that a major component of the strength of rammed earth was due to the small amount of water present.
Small cylindrical samples of rammed earth underwent “triaxial testing”, where external pressures are applied to model behavior of the material in a wall.
The researchers found that the suction created between soil particles at very low water contents was a source of strength in unstabilised rammed earth.
They showed that rammed earth walls left to dry after construction, in a suitable climate, could be expected to dry but not lose all their water.
The small amount of water remaining provided considerable strength over time.
According to the researchers, their work could have implications for the future design of buildings using rammed earth as the link between strength and water content becomes clearer.
There is increasing interest in using the technique as it may help reduce reliance on cement in building materials.
Rammed earth materials can usually also be sourced locally, thereby reducing transport needs.
As well as informing new build designs, the team hopes their findings could also aid the conservation of ancient rammed earth buildings by putting methods in place to protect against too much water entering a structure, which would reduce its strength.
According to research project leader, Dr Charles Augarde, of Durham University’s School of Engineering, “We know that rammed earth can stand the test of time, but the source of its strength has not been understood properly to date.”
“Our initial tests point to its main source of strength being linked to its water content,” he said.
“By understanding more about this, we can begin to look at the implications for using rammed earth as a green material in the design of new buildings and in the conservation of ancient buildings that were constructed using the technique,” he added. (ANI)"
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Reportagem BBC_Marcial Blondet
Para ver a reportagem, podem clicar aqui.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Ser Taipeiro é FIXE!!
Quanto ao processo construtivo da taipa, enfim, fiz de tudo como os outros, bati muita taipa, acartei baldes, montei e desmontei vezes sem conta o taipal...tudo!...menos as aguardentes depois do almoço e depois ir trabalhar, isso naaa! Preferia ficar-me por uma garrafinha de água das pedras enquanto os meus colegas davam uma de macho!
Já agora, uma palavra para a hospitalidade e amizade com que fui recebido na obra, o Jorge (meu companheiro de taipal), o Carlos e o Márcio, o amigo Zé, o Garcia e o sr. Loução, (o patrão) tudo gente boa! é claro, são alentejanos!
Assim, para aqueles que pensam "mas este moço é maluucooo! tá paarvo, tira-me férias para ir trabalhar para as obras!" aqui ficam então algumas fotografias gostosas que mostram o porquê, a beleza do material (esta taipa é mesmo uma sedutora!) e vislumbram o processo construtivo que é verdadeiramente simples mas ao mesmo tempo cheio de truques, deixando no ar questões (como a respiração da taipa ou a resistência do material) que tocam um raciocínio físico e palpável e ao mesmo tempo o domínio filosófico e intangível.
Para acabar e como resposta a alguns mails que temos recebido, aprendi também que este pode ser um processo economicamente imbatível (já vejo os vossos olhinhos a brilhar com cifrões...ou euros!), sem sombra de dúvida, pela rapidez de execução, pela origem e disponibilidade do material, sai mais barato, exige apenas boa coordenação e optimização na obra.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Minuto Verde...com Terra
Vamos agora fazer uma pausa para... um minuto Verde...com terra!!
eheheh!! Para ver clicar aqui.
Obrigado Francisco.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Curso Berzosa del Lzoya_Madrid_27/31Julho
Para mais informações contactar Jorge Seisdedos pelo correio electrónico:
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Curso Prático de Construção em Terra_COMTERRA_Julho 2009

Curso Prático de Construção em Terra
A construção em terra como uma via para a sustentabilidade é o conceito de inspiração do Curso Prático de Construção em terra que vai decorrer em S. João de Estoril, Almada e Vimeiro – Arraiolos em Julho, organizado pela COMTERRA Eco Arquitecturas.
Este destina-se a estudantes, licenciados, profissionais da área da arquitectura e engenharia, promotores de empreendimentos, construtores e “todos aqueles que se interessem pela construção em terra como uma solução ecológica e sustentável”.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Oficina de Construção com Terra_CdT_Abela_Santiago do Cacém
No dia seguinte (27), realizaram-se as diferentes técnicas em dois grupos de trabalho, o Arq. Miguel Mendes desenvolveu com os formandos os adobes e os BTC's e a Arq. Teresa Beirão acompanhou a técnica da taipa.
Segundo a organização, este foi um curso muito gratificante e ficou o desejo de se realizarem neste local mais acções de formação como esta.
Aqui ficam algumas fotografias para a posteridade.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Acção de Formação_Marrakech_Julho_2009
Mais informação sobre esta acção organizada pela Escola Nacional de Arquitectura (através do PATerre Marrakech), em concertação com a União Rempart ENA França, a Inspecção dos Monumentos Historicos e Conservação do Pallais Bahia Palace, em Marrakech, está disponível aqui (clicar nas imagens).
Red Earth_David Gissen
Cruzando exemplos do recente livro Earth Architecture de Ron Rael com projectos experimentais, Gissen desenha uma ideia da terra afastada do senso comum, um conceito de material vivo, com alma, ao mesmo tempo forte, histórico, pobre, frágil, imaterial, associado à morte e à vida.
"
I always enjoy talking to my friend and colleague Ron Rael. Ron is the author of Earth Architecture, an excellent book that outlines the history and explores in-depth contemporary uses of earth in architecture.
Ron’s book is a book about design, but it’s also a powerful corrective to those commentators that view buildings made of earth, or the matter that constitutes earth buildings (mud, sand, gravel, soils), as primitive, poor, or crude. One of Ron’s points is that earth buildings have a far more complex history; describing earth matter as inherently “poor” is often just a way to tie specific practices to specific (often global southern) geographies and histories. As Ron notes, earth is free; but this does not suggest that it is a defacto representation of poverty. In more recent discussions, Ron describes earth as a type of infrastructure. In his narrative and case studies earth emerges as a material with far reaching technologies and representational implications.
Ron’s book is engaged with aesthetics, technology, and history; it’s less explicitly concerned with political problems. But in releasing earth’s denigrating associations with poverty, we are left with more than just “rich” earth; we arrive at a less denigrating poverty of earth that is tied more to the “common” than the geographically poor. When I consider free earth molded into something more than a representation of the poverty of those building with it, I begin to imagine it also being part of a terrapolitical structure — a “red earth.” This earth that may be at some base level “poor” but also open to a new image, much more than “not poor”.
In arguing for a red earth, I’m not arguing that earth holds an innate leftist proletarian politics in its chemical composition, nor am I completely arguing for the social construction of earth. I am arguing that our engagement with earth offers the possibilities for new liberatory ways of understanding space, that remain tied to earth’s commonness.

A powerful concept of red earth, tied to its ubiquity and free nature, might be found in the roots of much red thought — Marx himself. In his Critique of German Ideology, Marx understood earth (as concept and thing) as the base of political economic philosophy. In one of his most famous passages, he wrote “In total contrast to German [idealist] philosophy, which descends from heaven to earth, we here ascend from earth to heaven.” Marx saw earth (both soil and “the earth”) as the base of his philosophy because it was the defacto element that contained the material and ideological possibilities of society (its nourishment, production, and metaphysics). For Marx, earth contains the conditions of society by society. Earth not only delivers the grains grown by a farmer, but when a person digs his shovel into earth to grow something he or she becomes “a farmer.” When a person binds the earth into bricks he or she becomes “a builder.” The earth is social matter and structure, how we engage with it repeats existing structures and opens up new concepts.
Red earth also becomes red through its potential to release the history of the common, the poor, the defeated. Earth is an endless historical archive of tragedy that does not have to be nurtured, funded, or maintained (like most archives) to hold records of such tragedy. As an archive of social misfortune, our engagement with earth is a barometer of how we come to grips with our crimes. Murder, corruption, and lurking forms of power are hidden through manipulations of earth (from mass graves to buried toxic pits). But these things often reappear through manipulations of the earth.
What is the fascism and corruption that appears in contemporary film but a big earth-burying operation? The justice that often appears in film is a big excavation. Consider some of John Sayles recent films in which the bad guys bury their crimes and the good guys, quite literally, go into the earth to excavate those crimes. Or just about any film that explores genocide involves mass burials and excavations.
This more red earth, that is the condition of society and the history of society, appears in a few contemporary works of architecture. One of my favorite “earth” projects, The Irish National Pavilion is discussed by Ron in his book; it’s a project about history, denigration, and earth. Another more explicitly red project (not in Ron’s book) is the Open Air Cafe proposal by Manuel Herz, which I wrote about in my article “Debris” in the current issue of AA files (and that also appears in Subnature (along with the Irish Pavilion)).
In this latter project (see image here), Herz proposes excavating the ground of Cologne — site of one of the most notorious bombings during World War II — and heaping the mixture of earth and war debris (held within the earth of Cologne) over a series of concrete armatures for a park cafe. The war debris becomes a type of historical material that forces residents of Cologne to consider the history within earth and the conditions of a future nature in this particular city. It’s a proposal that enables us to see earth, the crimes it holds, and its potential representational structure in historical terms.
This brief discussion of a red earth builds on Ron’s observations. I think it also positions some ideas about earth differently from those concepts of earth and ground in either contemporary green or parametric design. Both of these latter movements see earth as an uncorrupted source of vitalism for a future architecture; an instrument of literal or digital vectors springing out of its surfaces. The earth of Herz (or the Irish Pavilion) is an earth examined (versus generalized); it’s an earth that is historical without being historicist; and it offers us images of earth as both life and violence against life, versus a more flippant vision of life and beauty."
By David Gissen in Red Earth June 5, 2009terça-feira, 23 de junho de 2009
Oficina de Bioconstrução_PERIFERIAS 09

ceramica09@gmail.com
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Oficina de Construção com Terra_CdT_Preparação
Porque temos uns amigos infiltrados muito bem relacionados junto da organização da Oficina de Construção com Terra, que se vai realizar em Santiago do Cacém já nos dias 26 e 27 de Junho, conseguimos umas fotografias inéditas da preparação e montagem da mesma e que aqui mostramos para aguçar a vontade de quem vai participar e divulgar a quem ainda não ouviu falar.

Local de recreio da Escola onde decorrerá a Oficina
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Apresentação_Hubert Guillaud_Tierra2001

En todo el mundo existe un riquísimo y vasto tanto como mucho diverso patrimonio arqueológico-arquitectónico construido con tierra.































