quarta-feira, 15 de julho de 2009
Minuto Verde...com Terra
Vamos agora fazer uma pausa para... um minuto Verde...com terra!!
eheheh!! Para ver clicar aqui.
Obrigado Francisco.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Curso Berzosa del Lzoya_Madrid_27/31Julho
Para mais informações contactar Jorge Seisdedos pelo correio electrónico:
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Curso Prático de Construção em Terra_COMTERRA_Julho 2009

Curso Prático de Construção em Terra
A construção em terra como uma via para a sustentabilidade é o conceito de inspiração do Curso Prático de Construção em terra que vai decorrer em S. João de Estoril, Almada e Vimeiro – Arraiolos em Julho, organizado pela COMTERRA Eco Arquitecturas.
Este destina-se a estudantes, licenciados, profissionais da área da arquitectura e engenharia, promotores de empreendimentos, construtores e “todos aqueles que se interessem pela construção em terra como uma solução ecológica e sustentável”.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Oficina de Construção com Terra_CdT_Abela_Santiago do Cacém
No dia seguinte (27), realizaram-se as diferentes técnicas em dois grupos de trabalho, o Arq. Miguel Mendes desenvolveu com os formandos os adobes e os BTC's e a Arq. Teresa Beirão acompanhou a técnica da taipa.
Segundo a organização, este foi um curso muito gratificante e ficou o desejo de se realizarem neste local mais acções de formação como esta.
Aqui ficam algumas fotografias para a posteridade.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Acção de Formação_Marrakech_Julho_2009
Mais informação sobre esta acção organizada pela Escola Nacional de Arquitectura (através do PATerre Marrakech), em concertação com a União Rempart ENA França, a Inspecção dos Monumentos Historicos e Conservação do Pallais Bahia Palace, em Marrakech, está disponível aqui (clicar nas imagens).
Red Earth_David Gissen
Cruzando exemplos do recente livro Earth Architecture de Ron Rael com projectos experimentais, Gissen desenha uma ideia da terra afastada do senso comum, um conceito de material vivo, com alma, ao mesmo tempo forte, histórico, pobre, frágil, imaterial, associado à morte e à vida.
"
I always enjoy talking to my friend and colleague Ron Rael. Ron is the author of Earth Architecture, an excellent book that outlines the history and explores in-depth contemporary uses of earth in architecture.
Ron’s book is a book about design, but it’s also a powerful corrective to those commentators that view buildings made of earth, or the matter that constitutes earth buildings (mud, sand, gravel, soils), as primitive, poor, or crude. One of Ron’s points is that earth buildings have a far more complex history; describing earth matter as inherently “poor” is often just a way to tie specific practices to specific (often global southern) geographies and histories. As Ron notes, earth is free; but this does not suggest that it is a defacto representation of poverty. In more recent discussions, Ron describes earth as a type of infrastructure. In his narrative and case studies earth emerges as a material with far reaching technologies and representational implications.
Ron’s book is engaged with aesthetics, technology, and history; it’s less explicitly concerned with political problems. But in releasing earth’s denigrating associations with poverty, we are left with more than just “rich” earth; we arrive at a less denigrating poverty of earth that is tied more to the “common” than the geographically poor. When I consider free earth molded into something more than a representation of the poverty of those building with it, I begin to imagine it also being part of a terrapolitical structure — a “red earth.” This earth that may be at some base level “poor” but also open to a new image, much more than “not poor”.
In arguing for a red earth, I’m not arguing that earth holds an innate leftist proletarian politics in its chemical composition, nor am I completely arguing for the social construction of earth. I am arguing that our engagement with earth offers the possibilities for new liberatory ways of understanding space, that remain tied to earth’s commonness.

A powerful concept of red earth, tied to its ubiquity and free nature, might be found in the roots of much red thought — Marx himself. In his Critique of German Ideology, Marx understood earth (as concept and thing) as the base of political economic philosophy. In one of his most famous passages, he wrote “In total contrast to German [idealist] philosophy, which descends from heaven to earth, we here ascend from earth to heaven.” Marx saw earth (both soil and “the earth”) as the base of his philosophy because it was the defacto element that contained the material and ideological possibilities of society (its nourishment, production, and metaphysics). For Marx, earth contains the conditions of society by society. Earth not only delivers the grains grown by a farmer, but when a person digs his shovel into earth to grow something he or she becomes “a farmer.” When a person binds the earth into bricks he or she becomes “a builder.” The earth is social matter and structure, how we engage with it repeats existing structures and opens up new concepts.
Red earth also becomes red through its potential to release the history of the common, the poor, the defeated. Earth is an endless historical archive of tragedy that does not have to be nurtured, funded, or maintained (like most archives) to hold records of such tragedy. As an archive of social misfortune, our engagement with earth is a barometer of how we come to grips with our crimes. Murder, corruption, and lurking forms of power are hidden through manipulations of earth (from mass graves to buried toxic pits). But these things often reappear through manipulations of the earth.
What is the fascism and corruption that appears in contemporary film but a big earth-burying operation? The justice that often appears in film is a big excavation. Consider some of John Sayles recent films in which the bad guys bury their crimes and the good guys, quite literally, go into the earth to excavate those crimes. Or just about any film that explores genocide involves mass burials and excavations.
This more red earth, that is the condition of society and the history of society, appears in a few contemporary works of architecture. One of my favorite “earth” projects, The Irish National Pavilion is discussed by Ron in his book; it’s a project about history, denigration, and earth. Another more explicitly red project (not in Ron’s book) is the Open Air Cafe proposal by Manuel Herz, which I wrote about in my article “Debris” in the current issue of AA files (and that also appears in Subnature (along with the Irish Pavilion)).
In this latter project (see image here), Herz proposes excavating the ground of Cologne — site of one of the most notorious bombings during World War II — and heaping the mixture of earth and war debris (held within the earth of Cologne) over a series of concrete armatures for a park cafe. The war debris becomes a type of historical material that forces residents of Cologne to consider the history within earth and the conditions of a future nature in this particular city. It’s a proposal that enables us to see earth, the crimes it holds, and its potential representational structure in historical terms.
This brief discussion of a red earth builds on Ron’s observations. I think it also positions some ideas about earth differently from those concepts of earth and ground in either contemporary green or parametric design. Both of these latter movements see earth as an uncorrupted source of vitalism for a future architecture; an instrument of literal or digital vectors springing out of its surfaces. The earth of Herz (or the Irish Pavilion) is an earth examined (versus generalized); it’s an earth that is historical without being historicist; and it offers us images of earth as both life and violence against life, versus a more flippant vision of life and beauty."
By David Gissen in Red Earth June 5, 2009terça-feira, 23 de junho de 2009
Oficina de Bioconstrução_PERIFERIAS 09

ceramica09@gmail.com
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Oficina de Construção com Terra_CdT_Preparação
Porque temos uns amigos infiltrados muito bem relacionados junto da organização da Oficina de Construção com Terra, que se vai realizar em Santiago do Cacém já nos dias 26 e 27 de Junho, conseguimos umas fotografias inéditas da preparação e montagem da mesma e que aqui mostramos para aguçar a vontade de quem vai participar e divulgar a quem ainda não ouviu falar.

Local de recreio da Escola onde decorrerá a Oficina
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Apresentação_Hubert Guillaud_Tierra2001

En todo el mundo existe un riquísimo y vasto tanto como mucho diverso patrimonio arqueológico-arquitectónico construido con tierra.

Workshop e Seminário sobre Arquitectura em Terra_Angola
Obrigado Mário.
"A fim de prestigiar a conclusão das obras do Centro de Formação em Artes e Ofícios (CEFAO), o Centro de Estudos do Deserto (CE.DO), realiza em Njambasana Kuroka, Município do Tombwa, Província do Namibe, entre 27 de Julho e 1 de Agosto um Workshop e Seminário sobre Arquitectura em Terra destinados a pessoas interessadas nestas tecnologias e em particular aos membros das comunidades vizinhas.
É neste sentido que o Centro de Estudos do Deserto CE.DO, realiza um workshop no qual especialistas na matéria e outros técnicos interessados irão compartilhar as suas experiências e debater as formas de divulgar o uso desta tecnologia em apoio aos esforços do Governo na construção de um milhão de habitações até 2012, procurando ultrapassar preconceitos enraizados contra este tipo de construção.
Em paralelo irá decorrer também um seminário que visa esclarecer os membros das comunidades locais para o interesse que esta tecnologia oferece como forma de melhorar as suas condições de habitação e capacitá-los para a sua utilização. Esta acção não visa substituir a habitação tradicional das populações pastoris, ecologicamente conforme s condições económicas e sociais das suas culturas, mas promover uma melhor qualidade de vida, no que respeita à habitação, nas aldeias e periferias urbanas.
PROGRAMA
26.7 Dom.
Acomodação dos participantes
09h00/16h00 Continuação do workshop
31.7 Sex.
01.8 Sab.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Entrevista na TSF sobre Arquitectura de Terra
É possível gravar e ouvir a entrevista no podcast do programa aqui.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Oficina de Construção com Terra Crua_CdT_Junho 2009

segunda-feira, 1 de junho de 2009
Arq_Terra_Odeceixe_Arq. Henrique Schreck
Cabo Sardão, Costa Vicentina
terça-feira, 26 de maio de 2009
Feira _Santarém Sustentável_Junho 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
KRAFTERRA_Conferência_Márcio Buson
Actualmente é professor da Área de Construção do Departamento de Tecnologia em Arquitectura e Urbanismo da FAU/UnB. Doutorando em Tecnologia da Construção pela FAU/UnB com Estágio de Doutoramento no DECivil da Universidade de Aveiro.
Tema_
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Água e Argila_Construção com Terra
A água _Principal ligante da terra
O elemento H2O água tem um papel essencial na aptidão da terra como material de construção. É ela que reforça a sua coesão e aumenta decisivamente a interacção entre as partículas de argila.
Na verdade, uma parede em terra nunca está completamente seca, e ainda bem, ao contrário do que se possa pensar. Ela contém sempre água entre as argilas.
Uma água que não se evapora, uma vez que se encontra em equilíbrio com a humidade relativa do ar envolvente. Neste estado de equilíbrio hídrico, a terra contém no seu interior cerca de
Neste sentido, os testes de teor de água na terra para taipa são interessantes porque mostram que as suas propriedades variam significativamente com as variações na percentagem de água. Ao examinar os diferentes estados da terra, da sua transição de seco para molhado, percebemos, por exemplo, que um ligeiro aumento na quantidade de água induz rapidamente a transição do estado plástico para o líquido.
Por outro lado, algumas regras de composição granular podem também ter impacto na coesão da terra. Se, ao adicionarmos água, também incluirmos elementos como areia ou cascalho, esta estabilização permite controlar a fissuração do material.
Foto de Caulinite realizada com microscópio de scan electrónico.
Neste sentido é importante perceber a Argila e a sua relação com a água.
Os Grãos de argila, pela sua pequena dimensão e forma, estão sujeitos a forças capilares muito mais elevadas do que os outros grãos, maiores e arredondados.
Estes diferem dos outros componentes da terra, não só em tamanho, mas também pelas formas microscópicas lamenlares que lhes dão uma massa insignificante comparada com a sua superfície. Nestas micro-lamelas, as propriedades superficiais são determinantes, e na presença da água, as suas propriedades macroscópicas, como a plasticidade e a coesão ganham presença.
Depois a compressão da terra faz o resto.
Por tudo isto, dizem os conhecedores, e com razão, que na construção em taipa estamos a fazer pedra num curto espaço de tempo, aquilo que a Natureza leva séculos a criar.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Casas da Terra_Passeios Patrimónios da Terra_Marta Santos
PUBLICAÇÕES
domingo, 3 de maio de 2009
Blog_Perspectiva de Futuro
Parede em taipa, Zambujeira do Mar, Odemira.
Somos dos que entendem e defendem o material terra como uma escola de sustentabilidade, só possível através da humildade e da experiência. Sabemos que fazemos parte deste Futuro e já imaginamos como serão a formação, o projecto e a construção em Terra daqui a 10, 15, 20 anos.
Na semana passada fomos desafiados, e ainda bem, a observar e relançar o trabalho desenvolvido no Blog do ponto onde nos encontramos, quais os nossos sonhos, o seu potencial e que caminho queremos seguir.
Aceitámos o convite, dialogámos com quem sabe mais, aprendemos conversando e fizemos novos amigos.
No Blog somos visitados diariamente por dezenas de curiosos e entendidos na matéria, recebendo feedback dos vários cantos do Mundo.
Acreditamos estar a construir com o ArquitecturasdeTerra um espaço aberto e responsável, centrado na universalidade da construção em terra, de divulgação, conhecimento e discussão de ideias.
Neste sentido, e de forma a ampliar esta plataforma de sinergias relacionadas com a terra, estamos apostados em promover uma MOSTRA DE PROJECTOS ON-LINE com posteriores visitas às obras de terra, dialogando com os projectistas e construtores, organizando DEBATES e mesas redondas, ENCONTROS e EXPOSIÇÕES sobre a terra.
Queremos debater tudo, desde as razões Históricas, sociais e culturais, aos aspectos técnicos, físicos,químicos e até estéticos da construção com terra.
Convidamos por isso todos os interessados que tenham projectos e/ou obras construídas, ideias para debate e divulgação, a contactarem connosco para o mail: arquitecturasdeterraatgmail.com, ou pelo tlm 914854458.
Os sonhos para o Futuro da Arquitectura de Terra constroem-se hoje.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Encontro e Oficina_Construção em Terra_Monsaraz


No próximo dia 2 de Maio, vai realizar-se em Monsaraz, o Encontro e Oficina de Construção em Terra. O ajuntamento será no Sem-Fim ( restaurante/museu de azeite) no Telheiro que fica "embaixo" de Monsaraz.
Quanto ao módulo prático, pela tarde, pretende introduzir e demonstrar 3 das técnicas de construção em terra, o Adobe, o Cob e a Taipa.
O limite máximo de é de 25 pessoas pelo que se recomenda a inscrição, custa 40 euros (piquenique e jantar incluídos).
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Colunas de Terra_Inauguração_Barafunda_Plano B


Este projecto desenvolvido em parceria entre a Associação Barafunda e a equipa de arquitectos Plano B Arquitectura visou envolver os elementos da associação e a comunidade na construção de um equipamento polivalente para as actividades da Quinta Pedagógica da Barafunda, na Benedita.


Todas as fotos são da autoria do Plano B.

























